Uma mulher de 29 anos foi presa na tarde desta terça-feira (7) após ser flagrada com um Jeep Compass clonado, que havia sido furtado no Residencial Padova, em Cuiabá. Além disso, segundo o Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), a equipe recebeu informações de que um Jeep Compass branco estaria circulando pela Capital com indícios de clonagem, já que o veículo original estaria na cidade de Juína.
Jeep Compass clonado
Durante patrulhamento tático, os policiais localizaram o automóvel estacionado em frente a uma residência. Após a abordagem e a checagem dos sinais identificadores, ficou comprovado que o veículo era o produto de furto registrado em 7 de março. O veículo apresentava a placa de origem diferente da registrada no documento, o que reforçou a suspeita de clonagem. A investigação indicou que o veículo branco foi adaptado para simular a identidade original.
- Local do furto: Residencial Padova, Cuiabá.
- Veículo: Jeep Compass clonado branco com indícios de clonagem, conforme checagens de identificadores.
- Proprietária: pagou R$ 67 mil via Marketplace do Facebook.
- Medidas: veículo apreendido; encaminhado à Central de Flagrantes; caso registrado como adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação.
A investigação também aponta que o veículo foi adquirido por meio de um marketplace, com pagamento parcelado, o que dificultou a identificação inicial do comprador. As autoridades ressaltam que a adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação são crimes graves, com pena prevista conforme o código penal. Além disso, a Rotam continua monitorando pontos de venda de veículos com indícios de clonagem e orienta consumidores a verificar atentamente a procedência de automóveis usados.
O caso foi encaminhado à Central de Flagrantes, e o Jeep Compass será submetido aos procedimentos legais. A proprietária foi encaminhada para prestar esclarecimentos. Assim, o andamento segue sob investigação das autoridades competentes. O trabalho da Rotam continua mapeando itinerários possíveis dos criminosos e a extensão do esquema de clonagem.
Mais informações podem ser conferidas no portal interno: Portal 163.









