Itaú demite remota: mil demitidos por baixa produtividade

Funcionários em seus computadores em um ambiente de escritório com um logotipo do Itaú visível ao fundo.
O banco Itaú realiza demissões em massa de trabalhadores remotos, citando baixa produtividade.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

O Itaú demite remota, segundo o Sindicato dos Bancários, que aponta o desligamento de aproximadamente mil trabalhadores. Essa decisão impacta funcionários que atuavam em regime de trabalho remoto ou híbrido.

A instituição financeira justificou as demissões com base em divergências entre a jornada registrada e a real execução das tarefas. Portanto, o Itaú classificou tais casos como uma quebra de confiança por parte dos colaboradores.

Itaú demite remota: Sindicato critica falta de diálogo

Por outro lado, o sindicato criticou fortemente a medida adotada pelo Itaú. Eles apontam para uma clara ausência de diálogo prévio com os funcionários e a falta de aviso formal sobre as dispensas.

Embora o número exato de demitidos não tenha sido confirmado pelo banco, o Itaú afirmou que a ação faz parte de sua política de “gestão responsável”. Desse modo, a empresa busca otimizar seus processos internos.

A baixa produtividade em home office se tornou um ponto de atenção para diversas empresas. Para mais detalhes sobre políticas de RH, consulte nossas notícias sobre políticas de RH.

Em suma, o Itaú demite remota, gerando preocupação no setor bancário e entre os trabalhadores. A instituição, no entanto, defende suas ações como parte de uma estratégia de eficiência.

Compartilhe :

Veja mais