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Em um caso que revela a complexidade da justiça em ação, o investigador Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, condenado a dois anos por homicídio culposo contra o policial militar Thiago de Sousa Ruiz, agora é réu por tentativa de homicídio qualificado contra o policial civil Walfredo Raimundo Adoro Moura Júnior, investigador condenado por homicídio. A denúncia foi aceita pelo juiz Moacir Rogério Tortato na terça-feira (26).
Segundo a denúncia, Walfredo tentou separar Mário Wilson e Thiago Ruiz durante a discussão quando foi surpreendido pelo colega da civil que sacou uma arma e atirou duas vezes. Errou por falha na mira e porque a vítima conseguiu se desviar. O MP aponta motivo fútil.
O crime ocorreu no dia 27 de abril de 2023, em uma conveniência próxima ao Choppão, em Cuiabá. Desta vez, Mário responderá por tentar executar o investigador Walfredo no mesmo local, momentos antes de matar Ruiz. Além disso, a nova acusação surgiu após depoimento de Walfredo no julgamento de Mário Wilson, no dia 14 de maio.
Tentativa de homicídio qualificado
Portanto, a denúncia afirma que Walfredo não procurou a polícia antes porque Mário Wilson era colega de corporação. No entanto, a investigação revelou que Mário Wilson teria tentado matar o colega só porque interveio na briga.
A pena de dois anos em regime aberto, imposta a Mário Wilson por homicídio culposo, não o isenta de responsabilidade por sua ação. Além disso, a justiça deve ser aplicada de forma justa e igualitária, independentemente da ocupação do indivíduo.
De acordo com a denúncia, o crime ocorreu momentos antes de Mário Wilson matar Ruiz. Em conclusão, a justiça deve ser aplicada de forma rigorosa e independente, sem favorecer ou penalizar indivíduos com base em sua ocupação.
Para saber mais sobre o caso, leia o nosso artigo anterior: Investigador condenado por matar PM vira réu por tentativa de homicídio contra colega.
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