Max Russi: Punição para envolvidos na fraude na Metamat, não ao órgão

Deputado Max Russi aponta para cima, enfatizando a necessidade de punição para a fraude na Metamat.
Max Russi defende que os envolvidos na fraude na Metamat sejam punidos, não o órgão.
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O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Max Russi (PSB), defendeu que os responsáveis pela fraude na Metamat sejam punidos com rigor. No entanto, ele ressaltou a importância de proteger a imagem da Companhia Mato-grossense de Mineração. A entidade é, portanto, fundamental para o desenvolvimento do setor no estado.

Punição rigorosa aos envolvidos na fraude na Metamat

A Polícia Civil deflagrou a segunda fase da Operação Poço Sem Fundo, que investiga um desvio de R$ 22 milhões. A investigação começou após denúncia do Governo de Mato Grosso. Assim, foi identificado um grupo criminoso que agia na Metamat desde 2020, fraudando contratos de perfuração de poços artesianos. O governador Mauro Mendes (União Brasil) havia incorporado a Metamat à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT).

Max Russi foi questionado se a operação endossava a decisão do chefe do Executivo. Ele frisou que órgãos públicos não devem ser penalizados, mas sim os indivíduos que cometem ilegalidades. “Qualquer órgão que tiver uma operação ilícita, se a gente for extinguindo, temos que, por exemplo, o INSS, vamos extinguir o INSS? Vai acabar as aposentadorias das populações? Lógico que não.”, argumentou.

Portanto, ele enfatizou que o que houve de ilícito precisa ser apurado e os culpados punidos. “O que nós precisamos é que o que houve de ilícito seja apurado, seja culpado, punido os infratores. A gente não pode acabar com a política pública por causa que alguém que estava à frente de um segmento aconteceu. Um problema aqui na Assembleia, vamos extinguir a Assembleia? Longe disso. Nós temos que punir as pessoas, quem faz o delito, quem comete o crime”, explicou.

Na primeira fase da operação, foram alvos o ex-presidente da Companhia, Juliano Jorge Boraczynski, o ex-deputado estadual Wagner Ramos e Francisco Holanildo Silva Lima, ex-diretor-técnico. Na segunda etapa, foram cumpridos mandados de sequestro de bens.

Max defendeu que o estado deve blindar as instituições e buscar sua valorização. Além disso, é preciso ampliar os braços econômicos do estado, abrangendo mineração, agricultura e agroindustrialização. “Nesse caso da METAMAT, esperamos que as investigações possam, a Polícia Civil, o Ministério Público, todos que estiverem fazendo essa investigação, punam os responsáveis”.

Ele concluiu dizendo que é crucial ter uma política pública robusta para a mineração. Afinal, o estado possui um potencial imenso que pode gerar emprego, renda e desenvolvimento. Para mais informações sobre a atuação da Assembleia, acesse aqui.

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