Ex-PM julgado: júri decide caso de estupro e morte em Cuiabá

Imagem do ex-PM julgado em tribunal, focando em seu semblante pensativo.
O ex-PM julgado em Cuiabá aguarda decisão do júri sobre o caso de estupro e morte.
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O julgamento do ex-PM julgado, Almir Monteiro dos Reis, que confessou ter estuprado e matado a advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, será realizado nesta quinta-feira (25), em Cuiabá. O crime ocorreu em 13 de agosto de 2023, e Almir encontra-se preso em Chapada dos Guimarães. Portanto, o júri está marcado para acontecer no Fórum da Capital.

Julgamento do ex-PM julgado corre em segredo de justiça

Em virtude de envolver crime sexual e tramitar em segredo de justiça, o acesso ao plenário será restrito a pessoas diretamente ligadas ao processo. Ademais, a imprensa não terá permissão para acompanhar o julgamento. O suspeito e a vítima se conheceram em um bar no dia 12 de agosto de 2023 e, logo após, foram juntos para a residência de Almir.

Entretanto, os familiares da advogada ficaram apreensivos ao notarem sua ausência prolongada. Na tarde de domingo, o irmão conseguiu rastrear o celular de Cristiane e localizou seu carro no Parque das Águas. Ao chegar ao local, ele a encontrou desacordada no banco do passageiro e a encaminhou ao hospital, onde sua morte foi confirmada.

Consequentemente, Almir foi preso no dia seguinte. Embora tenha optado pelo silêncio em depoimento oficial, antes disso ele havia apresentado versões contraditórias sobre os fatos. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva, e ele segue detido na Cadeia Pública de Chapada.

As investigações revelaram que Cristiane foi vítima de estupro e apresentava diversas lesões corporais. Ela teria sido brutalmente morta por asfixia, após se recusar a manter relações sexuais. O processo esteve suspenso por oito meses, aguardando o resultado de um exame de insanidade mental para avaliar a inimputabilidade do acusado.

No entanto, o laudo pericial atestou que, mesmo possuindo transtorno psicológico, o ex-PM julgado era plenamente capaz de entender o caráter ilícito de seus atos. Para mais informações sobre casos regionais, acesse nosso portal.

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