Escola Cívico-Militar em Mato Grosso
A Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia, a 418 km de Cuiabá, será transformada em uma unidade cívico-militar. A decisão surge após um brutal espancamento contra uma aluna de 12 anos por quatro colegas, um fato lamentável que impulsionou a busca por um ambiente mais seguro. Assim, o Mato Grosso busca reforçar a disciplina e prevenir novos incidentes na instituição.
Portanto, o anúncio foi feito nesta quarta-feira (6) pelo secretário de Educação de Mato Grosso, Alan Porto. Ele busca reforçar a disciplina e prevenir novos incidentes na instituição. O estado, aliás, tem investido em modelos alternativos de ensino. Saiba mais sobre os planos do MT em nosso artigo sobre MT projeta ter 5ª melhor Educação do país em 2026.
Durante coletiva de imprensa, o secretário informou que o processo de transição já está em andamento. Além disso, policiais da reserva estão sendo recrutados para atuar na unidade. De fato, essa mudança faz parte de um plano maior para o estado, que prevê a conversão de 33 escolas estaduais para modelo cívico-militar.
“Desde o momento em que foi identificado o ocorrido, nós tomamos todas as medidas administrativas”, afirmou Porto. Ele garantiu o acolhimento das famílias, estudantes e profissionais da educação. Diante disso, o acolhimento é fundamental neste processo.
A diretora da escola foi informada e, segundo Porto, apoiou a iniciativa. O objetivo é garantir um ambiente mais alinhado a regras e disciplina. Com efeito, a segurança e o bem-estar dos alunos são prioridades.
Três adolescentes envolvidas no episódio brutal terão internação determinada pela justiça. Conforme o delegado Marcos Paulo Batista de Oliveira, não se tratou de indisciplina comum, mas sim de uma organização estruturada com liderança, regras e repressão violenta. Por essa razão, medidas mais severas foram tomadas.
Uma das agressoras, inclusive, tinha menos de 12 anos na data dos fatos. Por isso, não se enquadra na idade mínima para medidas socioeducativas. Contudo, o caso segue sendo investigado para garantir a justiça.
O Caso da Escola Cívico-Militar em Mato Grosso
Um vídeo recente mostrou a vítima sendo agredida por quatro colegas dentro da escola, ganhando repercussão nacional. O grupo, segundo o delegado, é suspeito de outros quatro episódios violentos similares. Nesse ínterim, a investigação apura a extensão do problema. É importante notar que o estado de Mato Grosso tem se destacado em projetos educacionais, como a meta de 30 novas escolas cívico-militares.
Eles atuavam, ainda, como uma organização semelhante a uma facção criminosa. Existia hierarquia, regras próprias e punições aplicadas com violência. Assim sendo, a intervenção se tornou necessária para restabelecer a ordem.
O secretário de Segurança, César Roveri, ressaltou que, embora a unidade possua câmeras, a agressão ocorreu em um “ponto cego”. Portanto, medidas de segurança adicionais serão implementadas.
Todas as possíveis vítimas foram identificadas. Segundo a Secretaria de Educação, elas e seus responsáveis recebem acolhimento e atendimento psicossocial. Afinal, o suporte é crucial para a recuperação.










