O deputado estadual Dilmar Dal Bosco, líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, reafirmou o compromisso do governador Mauro Mendes com a entrega do BRT em Cuiabá e Várzea Grande, garantindo que o modal será concluído pela atual gestão. A promessa alivia a ansiedade da população quanto ao futuro deste importante projeto de mobilidade urbana.
BRT Cuiabá: Entrega pela atual gestão é assegurada
O Consórcio Construtor BRT foi contratado em 2022 para a implantação completa do projeto. No entanto, atrasos significativos levaram o Governo do Estado a romper o contrato em março deste ano. Consequentemente, o consórcio ficou responsável apenas pela finalização de alguns trechos dos corredores, em um prazo inicial de 150 dias, que foi prorrogado. O encerramento deste novo prazo ocorre nesta quinta-feira (02).
Dilmar Dal Bosco destacou que a responsabilidade pela demora não recai sobre a administração atual. “O governador tem todo um compromisso com o estado de Mato Grosso de entregar o BRT. Não é culpa do governo”, declarou à imprensa. Ele lembrou que as discussões sobre um modal de transporte para a região datam de 2012, com o VLT. Portanto, a retomada do BRT representa um avanço.
O projeto original para a Copa do Mundo de 2014 previa o BRT, que foi substituído pelo VLT. Este último foi abandonado após investimentos consideráveis, por apresentar inviabilidade técnica e econômica. Em dezembro de 2020, o governo estadual anunciou o retorno ao BRT, com um edital lançado em 2021 prevendo a conclusão em dois anos. “Todo mundo sabe que não tinha viabilidade do VLT”, frisou Dilmar.
Ademais, o deputado ponderou que, mesmo com uma possível renúncia do governador Mauro Mendes em março de 2025 para disputar o Senado, a entrega do BRT não seria comprometida. O vice-governador Otaviano Pivetta assumiria o comando do Executivo estadual, e Dilmar assegurou: “Se o Mauro sair do governo ou não sair, o governo do Mauro Mendes e do Otaviano Pivetta vai entregar o BRT”.
Multa por Atraso
Recentemente, o presidente da ALMT, Max Russi, defendeu a aplicação de multa ao Consórcio Construtor pelos atrasos na execução dos serviços. A implantação dos corredores na Avenida do CPA, em pontos específicos, não segue o cronograma contratual estabelecido. Assim, medidas de responsabilização se fazem necessárias.
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