Dossiê CS Mobi CPI: Abilio Entrega Documentos Contra Contrato
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), apresentou um dossiê CS Mobi CPI contra o contrato de concessão por 30 anos. Ele suspeita de possível direcionamento licitatório no acordo. A Parceria Público-Privada (PPP) envolve a revitalização do Centro Histórico e o Mercado Municipal Miguel Sutil.
Dossiê CS Mobi CPI: Contrato Considerado Prejudicial
Abilio considera o contrato danoso, pois a CS Mobi lucra com estacionamento e exploração futura. Portanto, tem sinalizado a intenção de rompimento. Ele apresentou um volume de documentos da fase pré-contratual.
Durante entrevista, Abilio foi questionado sobre o risco da CPI “acabar em pizza”. Contudo, frisou que acredita na Câmara e na possibilidade de prorrogação para mais investigações. Por isso, ele enfatizou que o Executivo tem o papel de auxiliar a CPI, trazendo fatos à luz.
Entretanto, o presidente da CPI, vereador Rafael Ranalli (PL), busca montar uma força-tarefa. O objetivo é analisar os dados e cumprir o prazo sem dilação. Ademais, a investigação focava falhas no contrato, não na sua elaboração.
Atualmente, Abilio reclama do “sequestro” de R$ 5 milhões mensais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, esse valor foi dado como garantia à empresa. Na reunião, esperava-se a presença do gerente-geral da CS Mobi, Kenon Mendes de Oliveira.
Contudo, a empresa relatou em nota que não participaria do “embate midiático”. Assim, a CS Mobi apontou possível atuação desrespeitosa. Um funcionário da empresa foi flagrado na Câmara, negando estar a trabalho, mas gravava depoimentos.
Por conseguinte, ele teve dois celulares apreendidos temporariamente. No entanto, os aparelhos foram devolvidos após os vereadores “equadrarem” a situação. Em resumo, o caso do dossiê CS Mobi CPI segue em andamento, com potencial para novas revelações.
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