Os réus têm 15 dias para defenderem-se sobre o desvio de R$ 486.955,00 dos cofres da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Conforme decisão da Vara de Ações Coletivas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), os 9 réus foram intimados a apresentarem alegações finais em processo de improbidade.
Ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público de MT, apontando que o grupo teria montado esquema em 2002 para desviar dinheiro público da ALMT.
Desvio de recursos públicos na Assembleia Legislativa
Além disso, o Ministério Público de MT também aponta que os réus teriam utilizado a empresa Marinez M Pacheco – ME para sacar cheques da conta da Casa e repassar os valores.
Os valores teriam sido trocados por valores junto à Confiança Factoring, pertencente ao ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, simulando uma operação de fomento mercantil, a fim de mascarar a apropriação indevida dos recursos públicos.
No entanto, a investigação revelou que os réus teriam beneficiado com valores da Confiança Factoring, provenientes da operação registrada em nome da empresa Marinez Mendes Pacheco-ME.
Em conclusão, os réus têm 15 dias para se defenderem sobre o desvio de R$ 486.955,00 dos cofres da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Por exemplo, Emanuel Pinheiro, Benedito Pinto da Silva, Nico Baracat e José Carlos Freitas Martins foram beneficiados com valores da Confiança Factoring.
Além disso, a investigação também aponta que os réus teriam utilizado a empresa Marinez M Pacheco – ME para sacar cheques da conta da Casa e repassar os valores.
Saiba mais sobre o desvio em Mato Grosso na nossa reportagem anterior.
Em resumo, os réus têm 15 dias para se defenderem sobre o desvio de R$ 486.955,00 dos cofres da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
O processo está sob a responsabilidade do juiz Bruno D’Oliveira Marques, que decidirá se vai condenar ou absolver os réus.









