A CS Mobi criticou a postura do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e recusou o convite para participar da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Portanto, o encontro investigaria o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos.
CS Mobi recusa Abilio e cita “embate midiático”
A semana passada foi marcada por reclamações do prefeito Abilio Brunini sobre a lentidão dos trabalhos da CPI. Ele insinuou desinteresse dos membros em concluir as apurações. Diante disso, a CPI propôs um confronto direto entre o gestor e a empresa. Entretanto, a CS Mobi recusa Abilio em participar, alegando que ele buscaria um “embate midiático” para romper o contrato da PPP.
Ademais, a empresa ressaltou que sempre respondeu a todos os esclarecimentos solicitados pela Câmara Municipal. Em nota oficial, a CS Mobi recusa Abilio e declara: “A CS Mobi esclarece que dado o atual contexto de manifestações altamente desrespeitosas, inverídicas e combativas do Sr. Prefeito, declinará do convite e permanecerá à disposição para prestar todos os esclarecimentos cabíveis, sempre em estrita observância ao ordenamento jurídico.”
A empresa acrescenta que o objetivo do prefeito seria promover um “embate midiático” que não beneficiaria o debate público. Ao contrário, seria uma forma de induzir ao erro, causar impactos negativos e insegurança jurídica. Isso poderia, inclusive, afastar investidores e prejudicar o erário municipal.
A CPI, instaurada em 10 de fevereiro, investiga possíveis irregularidades no contrato da PPP. O foco é a legalidade das cláusulas, a vantajosidade do acordo e o repasse mensal de R$ 650 mil. A parceria inclui contrapartidas como a revitalização do Centro Histórico e a reconstrução do Mercado Municipal Miguel Sutil.
A nota completa da CS Mobi reforça o histórico de colaboração e transparência com a Câmara. A empresa afirma ter encaminhado prontamente todas as informações e comparecido presencialmente sempre que convidada. Portanto, a CS Mobi recusa Abilio a participar da reunião sob as atuais condições. Para mais informações sobre o assunto, acesse notícias sobre política.









