A CS Mobi Abilio CPI é o centro de um embate entre a empresa e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). A companhia recusou o convite da Câmara Municipal para participar de uma reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apura o contrato da Parceria Público-Privada (PPP).
CS Mobi vê “embate midiático” na CPI
A reunião estava marcada para esta quarta-feira (24). A intenção da CPI era mediar um confronto direto entre o prefeito e o gerente-geral da CS Mobi, Kenon Mendes de Oliveira. Contudo, a empresa alegou que a presença de Abilio Brunini na CPI seria apenas um “embate midiático”, pois ele teria interesse em romper o contrato.
A CS Mobi destacou que nunca se negou a prestar esclarecimentos à Câmara. Em nota, a empresa frisou: “A CS Mobi esclarece que dado o atual contexto de manifestações altamente desrespeitosas, inverídicas e combativas do Sr. Prefeito, declinará do convite e permanecerá à disposição para prestar todos os esclarecimentos cabíveis, sempre em estrita observância ao ordenamento jurídico.” Assim, a empresa considera que a tentativa do prefeito em promover um “embate midiático” não beneficiará o debate público.
Investigação da PPP do rotativo em Cuiabá
A CPI, instaurada em 10 de fevereiro deste ano, investiga possíveis irregularidades no contrato da PPP. O objetivo é avaliar a legalidade das cláusulas, a vantajosidade do acordo e o repasse mensal de R$ 650 mil da prefeitura para a CS Mobi. Esse valor é garantido pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
A parceria, que envolve a exploração do estacionamento rotativo, prevê contrapartidas importantes. Por exemplo, a revitalização do Centro Histórico de Cuiabá e a reconstrução do Mercado Municipal Miguel Sutil. Apesar das alegações, a CS Mobi reafirma seu compromisso com a transparência e a colaboração com os órgãos públicos, sempre pautada pela legalidade. Acesse mais informações sobre o portal em portal163.com.br.
Em resumo, a recusa da CS Mobi em comparecer à reunião na CPI evidencia a tensão existente entre a empresa e a prefeitura, com o contrato da PPP do rotativo no centro das divergências. Portanto, a situação segue em aberto e as investigações prosseguem.









