Decisão da Justiça mantém interceptações e marca audiência por R$ 8 mi

Corrupção em massa no Mato Grosso: Justiça mantém interceptações
Operação Arqueiro investiga desvio de R$ 8 milhões no Mato Grosso
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Corrupção em massa no Mato Grosso: Justiça mantém interceptações e marca audiência por R$ 8 mi

Em uma decisão firme, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, recebeu a denúncia da Operação Arqueiro contra 18 acusados e designou audiência de instrução e julgamento para o dia 26 de maio de 2026. A operação busca apurar a suposta prática de 38 fatos criminosos praticados na Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas) na gestão da ex-primeira-dama Roseli Meira Barbosa, corrupção em massa no MT.

Investigação complexa

Entre os crimes imputados ao grupo estão: organização criminosa, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Na decisão, o magistrado afastou as alegações de inépcia da denúncia e de ausência de justa causa apresentadas por diversos réus.

Segundo o juiz, em investigações complexas como essa, a interceptação telefônica se mostra medida adequada e necessária para esclarecer a estrutura hierárquica e o modus operandi do grupo. Além disso, não se exige, para a decretação da medida, prova cabal de culpa, mas indícios razoáveis, os quais estavam presentes na análise conjugada dos elementos informativos então disponíveis.

Denúncia aceita

A ação penal, movida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, apura a suposta prática de 38 fatos criminosos praticados na Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas) na gestão da ex-primeira-dama Roseli Meira Barbosa. A operação busca desvendar o esquema de fraudes, desvios de recursos públicos e corrupção na Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas).

A investigação apontou que foram desviados R$ 8 milhões dos cofres públicos. Os recursos teriam sido destinados a entidades privadas e institutos (como o Instituto Concluir, Instituto de Desenvolvimento Humano – IDH, entre outros) que teriam funcionado como “laranjas” ou empresas de fachada para repassar dinheiro sem a devida prestação de serviços.

Portanto, a decisão do juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra é um passo importante na luta contra a corrupção em massa no Mato Grosso. É fundamental que a justiça seja feita e que os responsáveis sejam punidos.

Para saber mais sobre a Operação Arqueiro e os esquemas de corrupção, acesse o nosso artigo: Esquema de corrupção em massa em Cuiabá.

Apoie a investigação

Apoie a investigação que busca desvendar o esquema de corrupção em massa no Mato Grosso. A justiça deve ser feita e os responsáveis devem ser punidos.

Lembre-se

A corrupção em massa no Mato Grosso é um problema sério que afeta a sociedade como um todo. É fundamental que sejam tomadas medidas para prevenir essa prática e punir os responsáveis.

Fonte

A fonte da informação é o Portal 163: Portal 163.

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