A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a Operação Déjà Vu para apurar indícios de fraude em sistemas da Procuradoria-Geral do município de Cuiabá, corrupção em Cuiabá que causou prejuízo de R$ 2,7 milhões.
Além disso, a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) teve início em abril de 2025, após notícia de fato encaminhada pelo órgão no final do primeiro trimestre do ano.
Corrupção em Cuiabá: um problema recorrente
Em conclusão, as investigações apontam a suspeita de uso indevido de credenciais e de rotinas internas para a realização de lançamentos e cancelamentos irregulares, com potencial impacto na arrecadação e na regularidade de registros administrativos.
Além disso, o nome da operação Déjà Vu faz referência à repetição de padrões identificados ao longo da apuração, relacionados a lançamentos e cancelamentos que, em tese, apresentam recorrência e similaridade operacional.
Por exemplo, as ordens judiciais visam à coleta, preservação e análise de elementos informativos, com ênfase em dispositivos eletrônicos e registros digitais relevantes para o esclarecimento dos fatos.
Prisões e afastamentos
A Polícia Civil realizou três prisões cautelares e três afastamentos do serviço público, além de 12 mandados de busca e apreensão e 9 medidas cautelares diversas da prisão.
Em tais casos, a investigação apurou indícios de vantagem indevida, possivelmente vinculada a “intermediações” e supostos “serviços” relacionados à alteração de registros.
Por exemplo, as investigações têm um foco em apurar indícios de corrupção em Cuiabá e associação criminosa, praticados contra a Procuradoria-Geral do município de Cuiabá.
Além disso, a Polícia Civil também realizou 4 medidas de sequestro de bens e 12 bloqueios de valores, totalizando R$ 491.450,45, deferidas pelo Juízo do Núcleo do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá.
Em conclusão, a Operação Déjà Vu visa coletar, preservar e analisar elementos informativos relevantes para o esclarecimento dos fatos e evitar a destruição de evidências.
Para saber mais sobre a operação e as investigações, acessar o site da Polícia Civil de Mato Grosso: https://portal163.com.br/
Esquema de corrupção em Cuiabá causa prejuízo de R$ 2,7 milhões
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