Convenção com divergências: política e voto

Convenção com divergências no União Brasil durante a eleição de 2026
Lideranças do União Brasil discutem entre candidatura própria e apoio a coalizões, destacando o processo de deliberação interna.
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O presidente do União Brasil em Mato Grosso, Mauro Mendes, oficializou a candidatura ao Senado nesta quinta-feira (30). Portanto, é natural a existência de divergências dentro de um partido; Convergência: apoio à Presidência e novas definições a decisão sobre o futuro da legenda nas eleições de 2026 deve ser tomada pelo voto, na convenção com divergências.

convenção com divergências

Questionado sobre críticas internas e sobre uma possível divisão, Mauro afirmou que conflitos fazem parte do processo partidário. Ele ressaltou que as medidas adotadas seguiram o estatuto do partido, a legislação eleitoral e o entendimento da maioria dos grupos que compõem a sigla. A condução do debate reforça a ideia de que o partido atua dentro de regras claras, com diálogo entre as bases e as lideranças municipais. Além disso, o tema tem sido tratado com transparência, buscando construir consenso onde for possível.

  • Conforme a convenção com divergências, foram apresentadas duas possibilidades: candidatura própria de Jayme Campos ao Governo do Estado ou apoio à reeleição de Otaviano Pivetta.
  • A direção nacional e o setor jurídico foram consultados antes de colocar a proposta em votação, dentro do prazo.
  • A votação começou às 12h45 e deve encerrar às 17h45, com divulgação do destino do partido ao final.

“É normal que um partido se divida. Partido se chama partido, se não seria unido. Ele representa uma parte da sociedade dentro dos partidos; é natural que haja divergência e é natural que haja uma decisão democrática pelo voto”, afirmou. No entanto, ele rebateu a acusação de ter feito uma “rasteira” ao incluir na votação a proposta de apoio a Pivetta. Ainda assim, Mauro lembrou que todas as etapas respeitam o rito estatutário, e que qualquer dúvida pode ser encaminhada à Justiça para esclarecimento.

Segundo Mauro, tudo foi feito dentro do estatuto e da lei. “Chavão não funciona comigo. Tem que me dizer o que eu fiz de errado além de seguir o estatuto do partido. Se eu fiz alguma coisa diferente do partido, é só ir à Justiça que derruba”, afirmou.

Antes de colocar a proposta em votação, ele disse ter consultado a direção nacional e o setor jurídico da sigla. Segundo Mauro, o pedido para discutir uma possível coligação com o Republicanos foi apresentado dentro do prazo. “Nós estamos aqui não é para fazer a vontade de Mauro Mendes, de Júlio Campos ou de qualquer um dos convencionais. Nós estamos aqui para fazer uma convenção que segue um rito do estatuto partidário”, disse. A participação de lideranças regionais também foi prevista, com direito a pedir vistas e propor emendas, mantendo o processo de deliberação aberto.

Sobre a possibilidade de ações judiciais, Mauro afirmou não temer questionamentos e confiou na legalidade dos procedimentos. A votação dos 51 convencionais do União Brasil começou às 12h45 e deverá encerrar às 17h45, ou quando todos tiverem votado; somente então o destino do partido será divulgado.

Para acompanhar mais, leia detalhes no Portal 163.

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