Um consumidor que adquiriu um veículo zero quilômetro e enfrentou sucessivos defeitos mecânicos recorrentes, especialmente no câmbio Powershift, garantiu indenização de R$ 25 mil por danos morais, além do direito à reparação por danos materiais decorrentes da desvalorização do automóvel.
Além disso, a decisão judicial reforça a importância da proteção do consumidor em casos de produtos defeituosos, como mencionado em artigo anterior Consumidor tem direito a indenização por danos materiais.
Mesmo após sucessivas tentativas de conserto na concessionária, os problemas continuaram, comprometendo o uso do carro e frustrando a expectativa de quem comprou um bem novo. Em conclusão, a proteção do consumidor é fundamental em casos como esse, onde o produto apresentou falhas e causou prejuízos ao comprador.
Consumidor protegido por defeitos em veículos
- A Primeira Câmara de Direito Privado entendeu que ficou comprovada a falha na prestação do serviço e a responsabilidade das empresas pelos vícios apresentados pelo veículo.
- Concessionária e fabricante respondem de forma solidária pelos defeitos do produto, por integrarem a mesma cadeia de consumo, conforme estabelece o Código de Defesa do Consumidor.
- O consumidor não pode arcar com os prejuízos causados por um bem que não apresentou o desempenho esperado, apesar das diversas tentativas de reparo.
No entanto, as empresas ainda tentaram modificar o resultado por meio de recursos e embargos de declaração, alegando supostas omissões e contradições na decisão, inclusive quanto ao valor da indenização e à responsabilização da concessionária.
Por exemplo, a concessionária tentou argumentar que o consumidor não havia cumprido com as suas obrigações, mas os argumentos não foram acolhidos. Portanto, a decisão judicial reforça a importância da proteção do consumidor em casos de produtos defeituosos.
A indenização de R$ 25 mil fixada a título de dano moral foi considerada adequada e proporcional à gravidade da situação, servindo tanto para compensar o consumidor quanto para desestimular condutas semelhantes.
A decisão judicial é um exemplo concreto da proteção do consumidor em casos de produtos defeituosos e reforça a importância da responsabilidade das empresas em garantir a qualidade dos produtos.
De acordo com a decisão judicial, a concessionária e o fabricante respondem de forma solidária pelos defeitos do veículo, pois integram a mesma cadeia de consumo. Isso significa que o consumidor não pode arcar com os prejuízos causados por um bem que não apresentou o desempenho esperado.










