A construção civil Mato Grosso vive um momento de forte expansão, impulsionando o comércio e a geração de empregos. Esse cenário dinâmico se estende por todo o estado, com reflexos notáveis em Várzea Grande.
Construção Civil: Motor Econômico em Mato Grosso
O setor é um dos pilares econômicos de Mato Grosso, impulsionado por obras de infraestrutura e crescimento urbano. Assim, a construção civil Mato Grosso não apenas aquece o comércio de materiais, mas também amplia as oportunidades de trabalho.
No primeiro semestre de 2025, Mato Grosso gerou 360.493 empregos formais, um crescimento de 1,9% em relação ao ano anterior, conforme dados do Caged. Dessa forma, o estado se destacou como o oitavo que mais contratou no Brasil e o segundo na região Centro-Oeste.
Essa expansão no mercado de trabalho reflete o ritmo acelerado do setor. Portanto, o comércio local de materiais, como tintas e cimento, tem experimentado um aumento significativo na demanda.
Várzea Grande: Polo de Desenvolvimento e Logística
David Pintor, CEO da Castelo e vice-presidente da CDL de Várzea Grande, observa esse aquecimento. A demanda abrange desde pequenas reformas até grandes construções de condomínios e edifícios comerciais. A capacidade de Várzea Grande em acompanhar esse desenvolvimento econômico é notável.
Nas últimas quatro décadas, a cidade reforçou seu potencial logístico, expandindo sua área urbana. Além disso, Várzea Grande se beneficia do crescimento geral do estado, que se destaca nacionalmente pelo PIB elevado.
Obras de infraestrutura respondem por 54% das novas contratações na construção civil Mato Grosso. Enquanto Cuiabá e Sinop também registram volumes expressivos, Várzea Grande atua como polo logístico essencial.
A cidade atende à crescente demanda de uma população que se expande, impulsionada pela migração de trabalhadores para o setor industrial. Em consequência, a necessidade de urbanização aumenta em diversas regiões.
As projeções indicam que Mato Grosso liderará em 2025 a participação no PIB entre os estados brasileiros, com uma produção estimada em 5,8%. Esta projeção é quase o triplo da média nacional prevista.
Para David Pintor, este é um período de nova era para o Centro-Oeste. Ele ressalta que o estado se consolida como uma potência econômica, refletindo no crescimento local e na qualidade de vida. A Castelo, com 45 anos de atuação, testemunha essa transformação.
“A Castelo atua há 45 anos neste mercado e é nítida a transformação do nosso estado, mas também na economia local, o que é um ganho não apenas para os lojistas, mas para toda população”, finaliza. Para mais notícias regionais, acesse Portal 163.








