Clínica ilegal silicone: Polícia fecha centro clandestino em Cuiabá

Seringa com líquido translúcido, representando possível substância usada em clínica ilegal de silicone.
Substância apreendida em operação contra clínica ilegal de silicone, indicando riscos à saúde pública.
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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá, realizou uma operação crucial nesta quarta e quinta-feira (3 e 4 de setembro). Portanto, duas empresas foram interditadas na capital devido a graves irregularidades encontradas.

Na quarta-feira, uma clínica de estética no bairro Jardim Leblon foi alvo da fiscalização. Além disso, os agentes encontraram medicamentos vencidos, importados ilegalmente e sem registro na Anvisa. Um produto específico, o Toskani Silicor (TNK Silicor), cuja comercialização é proibida, também foi apreendido. Assim, a prática de procedimentos com substâncias proibidas coloca em xeque a segurança dos pacientes.

Clínica Ilegal de Silicone: Riscos e Irregularidades

A responsável pela clínica, que ostentava milhares de seguidores em redes sociais, oferecia serviços de harmonização facial e corporal. Contudo, as postagens prometiam resultados de aumento de seios e glúteos por meio de aplicações injetáveis, o que configura uma prática irregular e de alto risco à saúde. Por exemplo, o uso indevido de substâncias pode levar a complicações sérias.

Na quinta-feira, uma empresa de atendimento móvel de urgências, localizada no bairro Quilombo, também foi fiscalizada. Dessa forma, foi constatado que o estabelecimento operava sem responsável técnico e alvará de funcionamento, com veículos em situação irregular. Em adição, a falta de controle sanitário era evidente.

Dentro da empresa de urgência, medicamentos e insumos vencidos foram encontrados, armazenados sem controle de temperatura e descartados de forma inadequada. Ademais, um consultório médico improvisado indicava a realização de consultas clandestinas. Portanto, a situação era de grave negligência.

Ambas as empresas foram interditadas e multadas pela Vigilância Sanitária. O delegado Rogério Ferreira, da Decon, informou que procedimentos investigativos serão instaurados para apurar responsabilidades e possíveis crimes contra a saúde pública. Em suma, ações como essa visam proteger a população de práticas abusivas.

Assim, o delegado ressaltou a importância das fiscalizações que resultaram na apreensão de produtos perigosos. A promessa de resultados milagrosos escondia riscos significativos para a saúde dos consumidores. Portanto, é fundamental o alerta sobre a existência de mais uma clínica ilegal de silicone.

A Polícia Civil incentiva a participação da sociedade. Denúncias de estabelecimentos que comercializam ou utilizam produtos falsificados podem ser feitas na sede da Decon. Por exemplo, o endereço é Rua General Otávio Neves, nº 69, bairro Duque de Caxias I, Cuiabá. Dessa forma, a colaboração de todos é essencial para garantir um ambiente mais seguro.

Conclusivamente, a operação demonstra o compromisso das autoridades em combater irregularidades que afetam diretamente a saúde da população. Para mais informações sobre direitos do consumidor, consulte o portal em portal163.com.br.

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