O vereador Chico 2000 (PL) retornou ao mandato nesta quinta-feira (04), após 125 dias afastado. Ele criticou a Operação Perfídia da Polícia Civil e a Operação Rescaldo da Polícia Federal, deflagrada 37 dias depois.
Chico 2000 desmente compra de voto em outubro
Em seu pronunciamento, o parlamentar classificou a ação da PF como “mais uma pirotecnia”. “Reviraram o que quiseram, procuraram o que quiseram, não encontraram nada. Mais um absurdo, mais um ato de pura pirotecnia aquilo que foi feito”, disparou. Ele questionou a investigação sobre a compra de voto outubro, ocorrida há sete meses.
Além disso, Chico 2000 salientou a entrega de dois celulares às autoridades. “Então, pura pirotecnia. O prazer de estar na casa de um político, ex-presidente da Câmara, fazendo busca e apreensão, para inglês ver, para a mídia ver, para o povo ver. E vão morrer de apurar. Eu não comprei voto”, destacou o vereador.
PF apura denúncia de oferta de vantagens em outubro
Conforme a PF, a investigação sobre compra de voto outubro teve início com uma notícia crime. A denúncia relatava que um candidato estaria oferecendo vantagens indevidas para obter votos de eleitores que apoiavam outro candidato da mesma legenda.
Em sua fala, o vereador mencionou que uma pessoa, sem seu conhecimento, teria pedido voto para uma eleitora. “Se houve, foi ele que fez, não foi eu. Sem consentimento”, disse. Contudo, ele questionou a necessidade da operação. “Precisava dessa pirotecnia? Não podia ter ido nele, intimado ele, me intimado? É um absurdo”, completou.
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