A primeira fase do julgamento de Gilberto Rodrigues dos Anjos, acusado de crimes hediondos em Sorriso, chegou ao fim na quinta-feira (07). A análise do caso, marcado pela chacina em Sorriso detalhes, envolveu depoimentos de familiares, investigadores e o delegado Bruno França, que liderou as investigações.
O delegado Bruno França, em seu depoimento como testemunha, ressaltou a natureza brutal dos crimes. Ele detalhou que a equipe concluiu, após análise da perícia, que se tratava de feminicídio e crimes sexuais “cometidos de forma absurdamente violenta”, uma vez que não foram encontrados indícios de roubo. Portanto, a violência foi o ponto central das investigações.
Ao deixar a residência para ir a uma construção próxima, o delegado foi abordado por um jornalista. Este informou que uma testemunha tinha informações relevantes sobre o caso. A testemunha, por sua vez, revelou que um pedreiro, que trabalhava na obra ao lado, chamou atenção por usar uma camiseta amarela. Entenda os detalhes do caso
Gilberto, que trabalhava na obra, conseguia observar a casa das vítimas e confessou ter monitorado a rotina delas antes do crime. Em outras palavras, ele planejou cuidadosamente a invasão.
O planejamento da chacina em Sorriso: detalhes
“Ele monitorava a casa e aguardou que as vítimas estivessem em casa, em repouso, para entrar na casa”, relatou o delegado. Além disso, ele mencionou um andaime que facilitou o acesso, demonstrando o planejamento do crime.
A chacina em Sorriso detalhes revelam um meticuloso plano de ataque. O criminoso estudou a rotina das vítimas, aguardando o momento ideal para agir. Essa frieza e planejamento chocam a cidade e revelam a complexidade do caso.
A Frieza do Assassino
Após cometer os crimes, Gilberto se lavou no local e tentou esconder vestígios. O delegado descreveu a frieza de Gilberto durante o interrogatório. Ele relatou os crimes com “serenidade”, como se estivesse contando uma história comum. A tranquilidade de Gilberto foi assustadora. A chacina em Sorriso detalhes evidenciou a frieza do assassino.
O delegado também destacou que a única tristeza de Gilberto parecia ser a prisão. “Essa cidade nunca mais vai ser a mesma”. O principal motivo para a prisão em flagrante foi a compatibilidade do chinelo de Gilberto com uma marca de sangue. No entanto, outros fatores, como um mandado de prisão em aberto e informações inconsistentes, também pesaram.
O investigador Márcio Coutinho Scardua afirmou que, em seus 24 anos de carreira, nunca viu um crime com tamanha brutalidade. Márcio questionou Gilberto sobre arrependimento, mas o acusado não demonstrou qualquer remorso. A chacina em Sorriso detalhes revela a brutalidade do crime.
“Ele fala que ele já tinha visto as mulheres antes, ou melhor, no nosso entendimento, ele já sondava elas”, relatou o investigador.
Depoimentos Emocionantes
Familiares das vítimas, como Elenara Calvi, irmã de Cleci, prestaram depoimentos emocionantes. Elenara descreveu Cleci como uma mulher dedicada e protetora. Elenara contou sobre a união da família, e o impacto do crime. O sofrimento da família ficou evidente em seus relatos.
Regivaldo Batista Cardoso, marido de Cleci e pai das outras vítimas, também prestou depoimento. Ele descreveu as filhas e a esposa, destacando o amor e os cuidados de Cleci. Regivaldo pediu a maior condenação possível para Gilberto, demonstrando a dor da perda.
O julgamento continua, e a sentença está prevista para esta quinta-feira. O delegado Bruno França expressou a esperança de que a condenação seja proporcional à gravidade do crime. A cidade de Sorriso aguarda ansiosamente o desfecho desse caso brutal.









