
Em meio a discussões sobre a eleição de 2026, o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi, negou que a decisão do governador Mauro Mendes (União) de conceder um aumento de 5,40% na Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais tenha motivação eleitoral.
Segundo Russi, a elevação do percentual ocorreu após articulação dos deputados da base governista, que conseguiram sensibilizar o Executivo para conceder um reajuste acima da inflação, ainda que abaixo do índice reivindicado pelas categorias.
Conforme o portal Portal 163, o governador Mauro Mendes havia anunciado inicialmente um índice de 4,26%, de acordo com o IPCA 2025. O aumento foi concedido após protestos dos servidores estaduais.
Ao que parece, o reajuste de 5,40% não é suficiente para agradar todos. “O percentual concedido é inferior aos 19,52% reivindicados pelos servidores”, afirmou Max Russi.
A decisão do governador Mauro Mendes de conceder um reajuste de 5,40% na RGA dos servidores públicos estaduais é um passo importante, mas ainda há muito a ser feito para atender às necessidades das categorias.
É fundamental que as partes envolvidas continuem a trabalhar juntas para encontrar uma solução que beneficie todos os envolvidos.
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Após a condenação de Romero Xavier Mengarde e Rodrigo Xavier Mengarde, réus pelo assassinato da produtora rural Raquel Cattani, o pai dela, o deputado estadual Gilberto Cattani (PL), afirmou que a sentença “é um remédio amargo” que irá amenizar algo. A condenação de assassinos da filha do deputado é um exemplo de como a justiça pode ser feita.
Portanto, a condenação é um alívio para a família, mas ainda assim, a dor permanece.
Além disso, a sentença é considerada uma vitória para a justiça, pois ambos os réus receberam a pena máxima prevista na legislação brasileira para o crime de feminicídio.
No entanto, a condenação não significa que a família já possa se sentir completamente aliviada, pois a dor de perda permanece.
Raquel Cattani foi assassinada a facadas em sua residência, na zona rural de Nova Mutum, no dia 18 de julho de 2024.
De acordo com a acusação, o crime foi planejado por Romero, ex-marido da vítima, e executado por Rodrigo, irmão dele, mediante promessa de pagamento.
Com o encerramento do julgamento, os réus permanecem presos.
O caso é um exemplo de como a justiça pode ser feita, mas também é um lembrete de que a dor de perda pode ser eterna.
Por exemplo, a família de Raquel ainda está lutando para se recuperar da perda da filha e irmã.
Em conclusão, a condenação de assassinos da filha do deputado é um “remédio amargo” que irá amenizar algo, mas a dor de perda permanece.
Para saber mais sobre o caso, clique aqui.
Após a condenação de Romero Xavier Mengarde e Rodrigo Xavier Mengarde, réus pelo assassinato da produtora rural Raquel Cattani, o pai dela, o deputado estadual