Caso de Morte em Disputa por Gado: Análise e Novas Descobertas

Caso de Morte em Disputa por Gado
Caso de Morte em Disputa por Gado: Análise e Novas Descobertas
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, em decisão divulgada na terça-feira (19), anulou o júri que condenou Cleuço Gomes de Brito a 6 anos em regime semiaberto por matar duas pessoas, em Caso de Morte em Disputa por Gado.

Por exemplo, as investigações apontam que Cleuço foi até a fazenda do casal, após uma discussão, sacou uma arma e disparou várias vezes. Crislene morreu ao tentar defender o marido, e Romildo foi atingido por diversos tiros.

Além disso, a acusação argumenta que os laudos e depoimentos não sustentam a tese aceita pelos jurados, e que as vítimas foram baleadas pelas costas e em locais diferentes, o que indicaria execução deliberada e ações separadas.

Cleuço Gomes de Brito foi condenado em dezembro de 2025 pela morte de Romildo Borges Martins e Crislene Aparecida Ferreira Alves. O crime ocorreu em janeiro do mesmo ano, na zona rural de São Félix do Araguaia.

Além disso, a magistrada ressaltou que perícias e testemunhos mostram condutas distintas contra cada vítima, o que derruba a tese de erro na execução. Segundo o colegiado, não foi apenas escolha entre versões possíveis, mas decisão sem respaldo mínimo nas provas.

Em outro caso semelhante, uma decisão do TJMT também anulou um júri.

A data ainda será marcada pela Justiça, e Cleuço Gomes de Brito será submetido a novo júri popular em São Félix do Araguaia.

Além disso, a decisão do TJMT anulou o júri que condenou Cleuço Gomes de Brito a 6 anos em regime semiaberto por matar duas pessoas.

Concluindo, a anulação do júri significa que Cleuço Gomes de Brito será submetido a novo júri popular em São Félix do Araguaia.

—

Links internos:

* Homicídio com 5 tiros em Sorriso: Polícia investiga
* Morte de advogado no MT: TJ mantém júri e inclui mais crimes
* Viúvo de Chacina em MT diz não usar tragédia como trampolim político

Compartilhe :

Veja mais