53 dias de prisão domiciliar: a visão de Cattani
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) lamentou a Bolsonaro prisão domiciliar, que já ultrapassa 53 dias. A medida foi imposta após o ex-presidente descumprir cautelares, sendo impedido de usar redes sociais, direta ou indiretamente. Contudo, o ex-presidente discursou via telefone para apoiadores durante atos contra o Supremo Tribunal Federal (STF), intensificando a polêmica ao ser repostado pelos filhos.
De acordo com postagem de Cattani, o ex-presidente está submetido injustamente à prisão domiciliar. Ele considerou que a direita não será detida. “Já são 53 dias com o presidente Bolsonaro injustamente submetido à prisão, mas a tentativa covarde de calar um povo através de um único homem, seu maior representante, sempre será em vão!”, afirmou.
Investigações e medidas cautelares
O ministro Alexandre de Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais. Portanto, a proibição incluía perfis de terceiros no inquérito que investiga o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente. A investigação apura a atuação de Eduardo junto ao governo dos Estados Unidos para promover retaliações contra o governo brasileiro e ministros do STF.
Em suma, o ex-presidente é investigado por enviar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Recentemente, a defesa de Bolsonaro solicitou ao STF a revogação das medidas cautelares, incluindo a prisão domiciliar e a proibição de uso das redes sociais. Bolsonaro prisão domiciliar segue como assunto de destaque.
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