PM extorsão Mato Grosso: Defesa perde prazo e processo segue

Sargento da PM em uniforme, em foco, representando caso de extorsão em Mato Grosso.
Entenda os desdobramentos do processo envolvendo PM em Mato Grosso por extorsão e outros crimes.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

O PM extorsão Mato Grosso, 3º sargento Rogério da Silva Rocha Júnior, enfrenta um revés judicial. Ele é acusado de extorsão, exercício arbitrário das próprias razões, falsidade ideológica e abuso de autoridade. Assim, o militar perdeu o prazo crucial para apresentar sua defesa prévia no processo da Justiça Militar.

PM extorsão Mato Grosso: Defesa Desconsiderada por Perda de Prazo

Conforme decisão do juiz Moacir Rogério Tortato, da 11ª Vara Criminal de Cuiabá – Especializada da Justiça Militar, a defesa protocolada fora do prazo legal foi desconsiderada. O militar foi citado em junho, mas sua resposta só chegou em 30 de agosto, quase dois meses depois. Dessa forma, o juiz reconheceu a preclusão temporal do ato processual.

Com isso, os pedidos iniciais da defesa, como a anulação do inquérito e absolvição sumária, não serão analisados agora. Eles só voltarão a ser apreciados na fase das alegações finais, próximo à sentença. Contudo, o processo segue seu curso normal.

Apesar da perda do prazo, a audiência de instrução está marcada para 3 de novembro de 2025, às 14h. As testemunhas arroladas pelas partes deverão ser ouvidas neste dia. Este caso reflete a complexidade dos processos disciplinares militares.

O sargento Rogério da Silva Rocha Júnior responde a uma denúncia do Ministério Público do Estado (MPMT). As acusações envolvem diversos delitos previstos no Código Penal Militar. Para mais informações sobre casos semelhantes, consulte as notícias de segurança do portal.

Segundo os autos, o militar teria chutado um soldado no tórax, necessitando contê-lo com uma “tonfa”. Além disso, o sargento foi flagrado embriagado, dormindo em frente a um banco em Campo Verde. O episódio resultou em sua prisão em 2022, mas obteve liberdade provisória.

Em conclusão, a nova decisão mantém o processo em tramitação regular. A defesa do militar poderá reapresentar suas alegações apenas na fase final da instrução.

Compartilhe :

Veja mais