O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva do mato-grossense Alan Diego dos Santos Rodrigues, que esteve envolvido no planejamento de um atentado em Brasília. A decisão negou o pedido de soltura formulado pela defesa. Alan, conhecido como o mato-grossense preso bomba, reside em Comodoro.
Risco de Reiteração e Gravidade da Conduta
O ministro acolheu os argumentos da Procuradoria-Geral da República (PGR), que defendeu a manutenção da prisão preventiva. A principal justificativa apresentada foi o risco de reiteração dos crimes e a gravidade das condutas. Essa decisão reforça a seriedade das investigações em curso.
Plano de Atentado e Condenação Anterior
Alan Diego está detido desde junho deste ano. A PGR o denunciou, juntamente com outras duas pessoas, pelos crimes de tentativa de abolição do Estado de Direito e golpe de Estado. De acordo com os autos, ele instalou a bomba em um caminhão-tanque próximo ao aeroporto de Brasília. Em maio de 2023, a Justiça do Distrito Federal já havia condenado Alan a cinco anos e quatro meses de prisão por explosão e incêndio.
Contudo, a investigação foi encaminhada ao STF para análise de eventuais crimes contra o Estado Democrático de Direito. Assim, a prisão preventiva do mato-grossense preso bomba foi mantida pelo órgão máximo do judiciário brasileiro.
Em conclusão, a manutenção da prisão do mato-grossense preso bomba demonstra o rigor da justiça em casos que envolvem ameaças à democracia e à ordem pública.










