A morte de advogada Cuiabá, Viviane de Souza, 30 anos, encontrada em seu apartamento no Bosque da Saúde, agora é investigada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como “morte a esclarecer”. A decisão veio após apelo da família.
DHPP assume investigação da morte de advogada Cuiabá
Inicialmente registrada como suicídio, a ocorrência foi reaberta devido a inconsistências apontadas pela família, que contesta a versão inicial. Eles suspeitam do envolvimento de um ex-namorado.
Portanto, o inquérito foi instaurado em 23 de setembro, sob responsabilidade do delegado Marcelo Carvalho. A linha de investigação de suicídio prevaleceu inicialmente pelas circunstâncias em que o corpo foi achado.
No entanto, familiares expressaram descontentamento com a condução do caso, argumentando que a investigação foi encerrada precocemente, sem a devida análise de outras hipóteses. A família busca respostas para a morte de advogada Cuiabá.
Um ponto crucial levantado é que o ex-namorado possuía o celular da vítima, mesmo após o fim do relacionamento. Ele teria fornecido a senha do apartamento para vizinhos verificarem a situação de Viviane no dia em que o corpo foi encontrado.
Posteriormente, ele entrou no imóvel e teria movido o corpo, o que diverge da informação oficial de que o corpo foi encontrado suspenso, conforme o boletim da perícia. Além disso, foi ele quem forneceu a senha do celular de Viviane aos policiais.
Apesar dessas informações, a família afirma que ele não é considerado suspeito até o momento. Essa situação levanta questionamentos importantes sobre o andamento da investigação da morte de advogada Cuiabá.
Essas e outras dúvidas são expostas em vídeos publicados pela família em um perfil do Instagram, @caso_viviane, criado para divulgar informações e mobilizar apoio por justiça. O último post, desta terça-feira (7), questiona:
- Como o corpo mudou de posição?
- Por que o ex-namorado estava com o celular dela, se afirmava que já tinham terminado?
- Por que ele sequer foi considerado suspeito?
Ademais, a família cita outras inconsistências, como a presença de uma faca sobre a cama e um filete de sangue no rosto da vítima, que, segundo eles, não foram devidamente periciados. Eles também alegam não terem realizado o reconhecimento do corpo e que a mãe de Viviane teria sido pressionada a assinar documentos.
Diante da falta de respostas claras, o perfil @caso_viviane no Instagram tornou-se um canal essencial para a família expor os fatos e buscar o apoio público para a morte de advogada Cuiabá.
Em suma, o caso segue sob investigação da DHPP, que terá a tarefa de apurar detalhadamente as circunstâncias da morte e analisar as denúncias apresentadas pelos familiares. Para mais informações sobre casos na região, acesse portal163.com.br.










