Presidir uma comissão permanente da Câmara Municipal tem vários bônus, mas também alguns ônus. Exarar parecer oral sobre um projeto de lei, sem ter tido tempo de estudá-lo previamente, é um desses ônus, pois exige, no mínimo, certa eloquência e alinhamento político, além de coragem para se expor em situações de improviso. Pois bem, o projeto de lei municipal 47/2025, que visa vedar fomento do carnaval de Cuiabá com recursos da prefeitura exigirá o parecer oral das comissões, por conta do regime de urgência. Eis que então a Comissão de Cultura, presidida por Cezinha Nascimento (União), que seria a comissão temática do tema, saiu de cena após uma manobra administrativa, e entra no palco a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAO), presidida por Ilde Taques (PSB). A proposta também será avaliada pela CCJ, presidida pela vereadora Samantha Iris (PL). Resta saber por qual motivo Cezinha foi tirado desse palco. Entre no nosso canal do WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui Assine nossa conta no YouTube, clique aqui










