O deputado federal Coronel Assis (União Brasil) expressou forte descontentamento com a soltura de Oruam, determinada pelo ministro Joel Ilan Paciornik, do STJ. Para o parlamentar, a decisão representa uma “afronta” aos esforços de segurança pública.
Coronel Assis critica soltura de Oruam e desmoralização da Justiça
Segundo Coronel Assis, a decisão desmoraliza a Justiça e enfraquece o Estado diante do crime organizado. Em vídeo postado nas redes sociais, ele afirmou que o rapper, filho de Marcinho VP, é uma “verdadeira afronta”.
Ademais, o deputado argumenta que Oruam não representa arte ou cultura, mas sim promove desordem social e a idolatração da criminalidade. Portanto, ele acredita que essa “contracultura” destrói valores familiares e corrompe a juventude.
No entanto, o parlamentar enfatiza que, quando figuras públicas ligadas ao crime são beneficiadas por decisões controversas, o cidadão de bem é quem paga o preço. Consequentemente, isso reforça a ideia de que a Justiça está de mãos atadas.
Adicionalmente, Coronel Assis comparou a situação atual do Brasil ao México, um país dominado por cartéis do narcotráfico. Dessa forma, ele alerta que esse tipo de decisão contribui para a “mexicanização” da violência no país.
Ele conclui que o crime não é cultura, a cultura não é crime, e o crime também não é arte. A soltura de Oruam, em sua visão, é um reflexo desse cenário preocupante.
Detalhes da Prisão e Carreira do Rapper
O rapper Oruam, de 25 anos, foi preso em julho de 2023 por associação ao tráfico de drogas e ao Comando Vermelho (CV). Ele é filho de Marcinho VP, um dos líderes da facção.
Apesar das acusações e de tatuagens em homenagem a figuras do crime, Oruam sempre negou participação em atividades criminosas. Ele ganhou notoriedade em 2022 com a música “Invejoso” e se apresentou em grandes festivais.
Por fim, a defesa do artista alegou que os argumentos para a prisão eram ilegais e que ele provará sua inocência. Para mais informações sobre notícias regionais, acesse portal163.com.br.










