A proibição da comercialização, transporte e armazenamento de pescados oriundos dos rios de Mato Grosso, válida por cinco anos, já demonstra resultados positivos, observando-se uma maior presença de peixes, impulsionando a pesca esportiva Mato Grosso e aquecendo as reservas em pousadas.
Crescimento da Pesca Esportiva em Mato Grosso
A lei estadual de Transporte Zero, sancionada em 2023 e em vigor desde janeiro de 2024, tem sido um ponto de discussão. O governador Mauro Mendes admitiu não possuir números oficiais sobre o aumento do estoque pesqueiro, mas ressaltou que os relatos de praticantes e proprietários de pousadas indicam um cenário promissor.
“Recebi pessoalmente report de muitas pessoas que foram para a beira do Rio e que me disseram que tiveram sucesso como há muito tempo não tinham”, afirmou o governador. Ele destacou também a ocupação hoteleira, com pousadas reportando lotação para os próximos anos, o que sugere o sucesso dos visitantes que vieram pescar.
Mauro Mendes justificou a proibição da pesca predatória como um meio de auxiliar o turismo pesqueiro e gerar mais renda para o estado. A lei visa, portanto, o fortalecimento da pesca esportiva Mato Grosso.
A legislação não abrange a pesca de subsistência para povos indígenas, originários e quilombolas, nem a captura para consumo imediato nas margens. O tema, contudo, gerou polêmicas e manifestações.
A maioria dos deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) votou a favor da lei. Paralelamente, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). Em suma, os efeitos da lei na pesca esportiva Mato Grosso são visíveis e promissores.
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