O Transporte Zero Mato Grosso já demonstra seus primeiros resultados positivos. A lei, sancionada em 2023 e vigente desde janeiro de 2024, proibiu a comercialização, transporte e armazenamento de pescados dos rios mato-grossenses por cinco anos, visando a recuperação ambiental.
Transporte Zero Mato Grosso: peixes mais abundantes e cenário animador
Embora dados estatísticos concretos ainda não estejam disponíveis, relatos de praticantes de pesca esportiva e proprietários de pousadas apontam para um cenário animador. Relatos indicam um sucesso generalizado na pesca, com praticantes expressando satisfação com a quantidade de peixes encontrados nos rios, algo que não ocorria há muito tempo.
O aumento na quantidade de peixes é um dos principais indicadores de que a medida está surtindo efeito. Frequentadores dos rios relatam capturas expressivas, contribuindo para a revitalização do setor pesqueiro.
Pousadas com reservas lotadas e futuro promissor para 2026 e 2027
Além do impacto na pesca, a proibição do transporte de pescados impulsionou significativamente o turismo. Pousadas em regiões turísticas do estado já registram alta procura, com reservas praticamente esgotadas para 2026 e início de reservas para 2027. Essa demanda crescente demonstra a confiança no futuro da pesca esportiva e no potencial turístico de Mato Grosso.
O governador defende a medida como crucial para o repovoamento dos rios, o que fortalecerá o turismo pesqueiro e a economia local. A implementação da lei, contudo, gerou debates e manifestações, mas sua relevância para o equilíbrio ecológico e econômico é inegável.
A lei do Transporte Zero Mato Grosso preserva a pesca de subsistência de povos indígenas, originários e quilombolas, e a captura para consumo imediato às margens dos rios. Essa exceção garante o sustento e a cultura dessas comunidades.
Apesar das controvérsias iniciais, a maioria dos deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) apoiou a lei. Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), buscando uma conciliação para os pontos em discussão.
Para acompanhar o desenvolvimento regional e notícias atualizadas, acesse a comunidade de WhatsApp do Rdnews. Saiba mais aqui.










