Queda de indicado de Lúdio após protesto de indígenas indica perda de influência em base eleitoral

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O coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Cuiabá, Aldi Gomes, foi exonerado nesta quinta-feira (20) após reiterados protestos de representantes dos povos indígenas. Chamou atenção na quarta-feira (19) quando indígenas ocuparam as galerias e corredores da ALMT pedindo a exoneração de Aldi ao deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que foi quem indicou o coordenador ao governo Lula, em 2023. Na ocasião, também pleiteavam a indicação Allan Kardec (PSB), com o nome de Maurício Dias, e os próprios indígenas com José Angelo. Agora, a Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT) defende a indicação de Osmar Boe Bororo. Em Brasília, junto ao Governo Federal, o deputado Emanuelzinho (MDB) e o senador Jayme Campos (União) devem fazer meio de campo entre as lideranças indígenas e a União pela indicação de Osmar ou outra pessoa dos povos originários. De qualquer forma, a queda de Aldi representa uma perda de influência de Lúdio dentro dessa base eleitoral e, caso Osmar seja o escolhido, quem ganha a queda de braço é Eliane Xunakalo (PT), do povo Bakairi, presidente da FEPOIMT, que deve ser novamente candidata a deputada estadual ou federal em 2026. Entre no nosso canal do WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui Assine nossa conta no YouTube, clique aqui
 

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