A articulação do ministro Carlos Fávaro garantiu um importante avanço para o agronegócio mato-grossense. Desta forma, um escritório da Apex Cuiabá será instalado na capital. Esta iniciativa visa ampliar ainda mais a participação do estado no comércio internacional de produtos agropecuários.
Apex Brasil em Mato Grosso: um marco para exportações
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) tem obtido resultados expressivos, com a abertura de 437 mercados para o agronegócio brasileiro desde o início de 2023. No entanto, Mato Grosso, como maior produtor de grãos e detentor do maior rebanho bovino do país, agora vê seu potencial de exportação se expandir com a confirmação da instalação do escritório da Apex Cuiabá.
Durante uma reunião em Brasília, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, anunciou o compromisso de estabelecer uma unidade no estado. “Firmamos o compromisso de abrir um escritório no estado que mais produz e exporta no agronegócio do Brasil, que é Mato Grosso”, afirmou Viana. Portanto, a proposta do ministro Carlos Fávaro foi fundamental para que isso se concretizasse.
Localizado na sede do Sistema Famato, o novo escritório será inaugurado em novembro. Com efeito, ele se soma às 11 unidades internacionais da agência. Além disso, a Apex conta com mais seis escritórios espalhados pelo Brasil.
Diversificação e Renda com Escritório da Apex Cuiabá
A instalação do escritório da Apex Cuiabá é vista como um fator de transformação para o estado. Vilmondes Tomain, presidente da Famato, destacou que este é um passo essencial para “colocar renda nas mãos das pessoas”. Mato Grosso já lidera em exportações do agronegócio, com US$ 19,75 bilhões somente em 2025.
Consequentemente, o novo escritório permitirá que Mato Grosso atraia mais investimentos internacionais e promova seus produtos globalmente. Ana Repezza, diretora de negócios da ApexBrasil, enfatizou o foco em “não só nas grandes empresas, mas nas pequenas e médias também”. Assim, busca-se diversificar mercados e aumentar a renda da população.
O Mapa tem trabalhado ativamente na diversificação e apoio às exportações. Um exemplo disso é a abertura de novos mercados para grãos derivados do etanol de milho, como o DDG e DDGS. Em contraste com 2022, as exportações desses produtos saltaram de US$ 91 milhões para US$ 188 milhões em 2024.
Produtos como o gergelim, com destaque para Canarana, também ganharam força internacional. A China, maior importador, habilitou 61 empresas brasileiras, sendo 20 delas mato-grossenses. Por conseguinte, o trabalho integrado entre o governo e o setor produtivo demonstra resultados significativos.
O ministro Fávaro ressaltou a importância da produção integrada do milho, desde o etanol até a alimentação animal, promovendo a verticalização e o aumento de agroindústrias. Para mais informações sobre o setor, acesse nosso portal: Portal 163.










