A justiça de Várzea Grande manteve a prisão do soldado da Polícia Militar, Raylton Duarte Mourão, envolvido na morte da personal trainer Roseli da Costa Souza Nunes. Portanto, o militar, que se apresentou à Polícia Civil, segue detido.
Decisão judicial sobre policial matar personal trainer
O juiz Pierro De Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal, não encontrou indícios de maus-tratos na prisão do soldado. Assim, o pedido de liberdade do policial militar foi negado. Além disso, o magistrado solicitou avaliação psiquiátrica para o detido, visto que ele declarou estar em tratamento.
O militar, inclusive, mencionou ter síndrome do pânico e depressão. Dessa forma, a unidade prisional e a Secretaria Municipal de Saúde foram oficiadas para garantir o acompanhamento necessário. No entanto, a situação do policial matar personal trainer permanece sob análise.
O crime e as investigações
Roseli da Costa Souza Nunes, de 33 anos, foi assassinada a tiros em 11 de outubro, em frente à casa de sua irmã no bairro Canelas. Ela saía para trabalhar quando foi abordada. A esposa de Raylton, Aline Valandro Kounz, também é considerada foragida e suspeita de participação no crime.
De acordo com a Delegacia de Homicídios, um acidente de trânsito em março pode ter sido o estopim. Na ocasião, o caminhão-pipa de Raylton e Aline teria invadido a preferencial, causando um acidente com a personal trainer. Por conseguinte, Roseli buscava um acordo, mas, diante das dificuldades, entrou com uma ação judicial.
A ação judicial pedia reparação por danos materiais e morais, estimados em R$ 9,6 mil. Uma audiência de conciliação estava marcada para o dia 16 deste mês. Este caso do policial matar personal trainer segue em investigação. Para mais notícias da região, acesse nosso portal.










