Anistia ampla irrestrita: Galvan defende perdão total

Homem em tribuna defendendo um perdão total, com o termo anistia ampla geral irrestrita visível.
Antônio Galvan defende uma anistia ampla, geral e irrestrita, buscando perdão total.
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Antônio Galvan, ex-presidente da Aprosoja Brasil e pré-candidato ao Senado, é enfático ao defender uma anistia ampla, geral e irrestrita. Ele argumenta que tal medida é necessária para corrigir o que considera exageros nas penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Anistia Ampla Geral Irrestrita: A Posição de Galvan

“Se não for ampla, geral e irrestrita, que não saia nada”, declarou Galvan durante entrevista ao portal. Ele rejeita a ideia de uma “anistia moderada”, pois acredita que isso geraria mais instabilidade. Portanto, sua posição é clara: ou a anistia abrange todos, ou não deve haver anistia alguma.

Além disso, Galvan prevê um levante popular contra a situação atual do país, marcada por incertezas econômicas e desemprego. “Eles sabem que isso aqui vai implodir”, alertou, sugerindo que a população pode reagir em breve.

O debate sobre o PL da Anistia ganhou urgência na Câmara Federal, mas enfrenta resistência do STF, que já se manifestou contra a medida, considerando-a inconstitucional. O relator da proposta, Paulinho da Força, rebatizou o projeto como PL da Dosimetria, buscando mitigar conflitos com o Supremo.

No entanto, essa sinalização desagrada os bolsonaristas mais fervorosos, que esperavam uma anistia que pudesse beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Galvan, um bolsonarista convicto, considera que não houve crime na proporção das condenações, limitando os eventos a atos de depredação.

Ele categoricamente refuta a tese de tentativa de golpe. “De forma e maneira nenhuma [teve golpe]. Com batom, sem nenhum canivete junto! Todo mundo sabe que aquilo foi uma montagem”, afirmou com veemência. Contudo, Galvan reconhece que indivíduos que cometeram vandalismo, como quebrar janelas e relógios, devem ser punidos, mas “na dose certa” da lei.

“A questão da anistia, primeiro, não teria que nem usar a palavra anistia porque não houve crime [tentativa de golpe de Estado], mas foram condenados por um crime que não houve e foi criado, e a palavra anistia que se encaixa dentro dessa situação. Ou tem que ser pra todos ou é pra ninguém. Não tem jeito de ser diferente”, concluiu, reforçando seu posicionamento pela anistia ampla, geral e irrestrita.

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