O ex-vereador cuiabano Totó Parente (MDB), atual secretário de Cultura da Prefeitura de São Paulo, está sofrendo pressão de vereadores de direita para adotar políticas públicas com tom mais conservador. Reportagem do Estadão destaca que os parlamentares querem uma cultura ‘antiwoke’ em São Paulo, ou seja, uma secretaria sem ações consideradas progressistas. Nesta linha, tem ganhado força e repercussão projeto da vereadora Amanda Vetorazzo, do MBL, chamado de ‘Lei Anti-Oruam’, em referência ao cantor filho de Marcinho VP. Amanda quer proibir shows que façam apologia ao crime e droga em eventos públicos. Totó, por sua vez, diz que a secretaria não será ‘woke’ nem ‘antiwoke’. Entre no nosso canal do WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui Assine nossa conta no YouTube, clique aqui










