CPMI Vaza Toga: Senador de MT apoia investigação contra STF

Senador Wellington Fagundes assina pedido de investigação, a CPMI Vaza Toga, buscando transparência.
Senador Fagundes manifesta apoio à CPMI Vaza Toga, defendendo a transparência nas investigações.
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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) confirmou sua assinatura no pedido de instalação da CPMI Vaza Toga, iniciativa do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ). Em suma, a comissão visa investigar ministros do STF e servidores por denúncias de troca de mensagens indevidas.

Investigação da CPMI Vaza Toga visa transparência

O foco da investigação recai sobre as denúncias de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com o perito, houve troca de mensagens fora do rito processual, especialmente após os atos de 8 de janeiro de 2023.

Consequentemente, esta apuração, conhecida como escândalo da “Vaza Toga”, busca esclarecer supostas irregularidades em operações contra apoiadores de direita. Portanto, a ação do senador reforça o papel fiscalizador do Congresso.

Apresentados em depoimento à Comissão de Segurança Pública do Senado, os documentos indicariam irregularidades em operações de 2022. Alexandre de Moraes, segundo Tagliaferro, teria solicitado uma operação da Polícia Federal, posteriormente justificada por um relatório com data retroativa.

Nesse sentido, Wellington Fagundes declarou que sua assinatura na CPMI Vaza Toga é em prol da cidadania. “Vivemos num Estado Democrático de Direito que depende de instituições fortes, transparentes e responsáveis”, afirmou.

Além disso, o senador reforçou que a atuação do Congresso é para exercer controle, e não para atacar o Judiciário. “Minha assinatura nesta CPMI não é contra o Judiciário, mas a favor da transparência, do devido processo legal e, principalmente, em defesa da cidadania”, completou.

Paralelamente, outra investigação sobre atos administrativos do STF e TSE entre 2018 e 2025 está em discussão no Senado. Essa CPI restrita à Casa, de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), já conta com 29 assinaturas.

Vale ressaltar que Fagundes também já havia subscrito um pedido de impeachment contra Moraes. Contudo, o documento, apesar das assinaturas necessárias, segue pendente de decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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