Unimed Cuiabá: Ataques Difamatórios em Site e Perfis São Desativados

Imagem representando a ação policial contra disseminação de desinformação online, focada em ataques difamatórios Unimed Cuiabá.
Polícia desativa site e perfis que veiculavam difamações contra a Unimed Cuiabá.
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A Polícia Civil de Mato Grosso, nesta sexta-feira (12), desativou um site e perfis em redes sociais utilizados para disseminar ataques difamatórios contra a Unimed Cuiabá. A ação faz parte da segunda fase da Operação Short Code. Portanto, a investigação apura crimes cibernéticos contra a cooperativa e seus dirigentes.

Operação combate ataques difamatórios contra Unimed Cuiabá

A investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) apura uma série de delitos. Esses incluem calúnia, difamação, injúria majorada, perseguição, uso de identidade falsa e associação criminosa. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Garantias da Comarca de Cuiabá. Assim, as medidas visam coibir a disseminação de desinformação. No entanto, a atuação da polícia busca proteger a reputação da instituição.

Um site, criado pelo publicitário Maurício Coelho, foi bloqueado. Ele era marqueteiro do ex-presidente Rubens Carlos de Oliveira. Dessa forma, o portal disseminava informações falsas com o objetivo de caluniar a atual diretoria. Adicionalmente, foi proibido a criação de novos canais para continuidade dos ataques.

A investigação começou em 2024 após a descoberta do site falso. Posteriormente, os investigadores identificaram uma rede estruturada. Esta rede era responsável pelo envio de mensagens em massa por meio de short codes. Portanto, o objetivo era desestabilizar a gestão atual da cooperativa médica.

Histórico de combate aos ataques

A primeira fase da operação ocorreu em junho de 2025. Na ocasião, foram cumpridas seis ordens judiciais em Mato Grosso e Goiás. A investigação detectou disparos massivos de SMS com conteúdo difamatório. Essas mensagens utilizavam serviços de “short codes” para atrair médicos cooperados, incentivando-os a acessar conteúdo acusatório contra os diretores. Para mais informações sobre operações na região, acesse nosso portal: Portal 163.

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