Em meio à crise, a Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou o afastamento imediato de todos os administradores e sócios controladores do Grupo Safras e do Núcleo Randon, bem como o afastamento dos produtores envolvidos em qualquer função de gestão do grupo.
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Além disso, a desembargadora determinou o envio de um ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendendo a liquidação antecipada do Bravano FIDC e o impedimento da transferência de ativos para terceiros. Portanto, a situação do Grupo Safras continua incerta.
No entanto, é importante lembrar que a empresa já enfrenta dificuldades há algum tempo, começando a partir de 2023, com a queda dos preços da soja, quebra de safra, dificuldade de acesso a crédito e aumento das dívidas, decorrente da compra da Copagri.
Ajustes no Grupo Safras: mais uma reviravolta. Além disso, a decisão da desembargadora atinge exclusivamente os antigos administradores do Grupo Safras, Rossato e Moraes, e não a atual gestão, conduzida pelo fundo Agri Brazil.
Em conclusão, a situação do Grupo Safras ainda é incerta e há muitas dúvidas sobre o futuro da empresa. Por exemplo, será que a nova gestão do fundo Agri Brazil será capaz de reestruturar a empresa e pagar as dívidas?
Ligações internas: Saiba mais sobre a crise do Grupo Safras em nosso portal: Grupo Safras em crise
No entanto, é importante lembrar que a empresa já enfrenta dificuldades há algum tempo, começando a partir de 2023, com a queda dos preços da soja, quebra de safra, dificuldade de acesso a crédito e aumento das dívidas, decorrente da compra da Copagri.
O Grupo Safras foi fundado em 2010 por Dilceu Rossato, ex-prefeito de Sorriso (MT), e pelo empresário Pedro de Moraes Filho. Com foco no processamento, armazenagem e comercialização de grãos e produção de etanol de milho, a empresa chegou a faturar quase R$ 7 bilhões ao ano.
Além disso, a desembargadora determinou o envio de um ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendendo a liquidação antecipada do Bravano FIDC e o impedimento da transferência de ativos para terceiros.
Em virtude das irregularidades, os fundadores entraram então com agravo de instrumento na Justiça de Mato Grosso, alegando que foram afastados do controle do Safras por um “artifício dos fundos investidores” e que estão empenhados em reverter a manobra.
Portanto, a situação do Grupo Safras continua incerta e há muitas dúvidas sobre o futuro da empresa. No entanto, é importante lembrar que a empresa já enfrenta dificuldades há algum tempo, começando a partir de 2023, com a queda dos preços da soja, quebra de safra, dificuldade de acesso a crédito e aumento das dívidas, decorrente da compra da Copagri.
- Ajustes no Grupo Safras: mais uma reviravolta;
- Desembargadora determinou o envio de um ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM);
- Ajustes no Grupo Safras: mais uma reviravolta.
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