Rastreio de bens de ex-assessor para pagar multa judicial

Ilustração estilizada de documentos judiciais e um gráfico de rastreamento, simbolizando a busca por bens ex-assessor multa.
Justiça rastreia bens de ex-assessor para quitar multa judicial expressiva. Entenda os detalhes.
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A Justiça de Cuiabá está empenhada em rastrear bens ex-assessor multa, buscando valores em contas bancárias de Cristiano Guerino Volpato. Ele é ex-assessor do ex-deputado estadual José Geraldo Riva, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Rastreamento de Bens de Ex-assessor para Pagamento de Multa Judicial

O objetivo é localizar recursos para quitar uma multa superior a R$ 843 mil. Esses valores são destinados à juíza Célia Regina Vidotti. Ela foi alvo de acusações feitas por Volpato durante a Operação Arca de Noé.

Conforme os autos, Volpato acusou a juíza Vidotti de ser designada para conduzir os processos da Operação Arca de Noé. Ele alegou que a intenção seria cumprir metas do CNJ e condená-lo, juntamente com Riva, de forma imediata.

A Operação Arca de Noé, deflagrada pela Polícia Federal, é um dos maiores escândalos de corrupção em Mato Grosso. Envolveu contratos fictícios, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos da ALMT, supostamente comandados por Riva e Humberto Bosaipo entre 2002 e 2007.

As declarações de Volpato contra a magistrada foram consideradas ofensivas e levaram à sua condenação. Dessa forma, a Justiça procura identificar vínculos do ex-assessor com instituições financeiras para assegurar o pagamento da indenização.

“Considerando que a execução se processa no interesse do credor, visando a satisfação do crédito, defiro o pedido de busca junto ao Sistema Sisbajud CCS-Bacen, visando a obtenção de todos os relacionamentos do executado no Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro”, determinou o juiz Bruno D’Oliveira Marques. A busca por bens ex-assessor multa é rigorosa.

Morosidade na Recuperação de Valores

O processo já enfrentou tentativas anteriores de bloqueio de bens. No entanto, em outubro de 2023, o débito perseguido era de R$ 351,9 mil, sendo paga apenas uma fração de R$ 999,26.

Essa morosidade levou o magistrado a corrigir movimentações processuais e renovar as medidas de busca patrimonial. Consequentemente, a ação foi suspensa por um ano.

Em abril deste ano, Bruno D’Oliveira revogou a suspensão e determinou buscas em ativos de qualquer natureza pelo Sistema Nacional de Investigação Patrimonial e Recuperação de Ativos (Sniper). Ademais, a juíza Vidotti apresentou comprovações de que o valor da multa está atualizado em R$ 848,3 mil.

Em conclusão, a Justiça segue diligente na busca pelos bens ex-assessor multa para garantir o cumprimento da decisão judicial. Para mais notícias regionais, acesse nosso portal.

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