Uma empresária foragida 8 de janeiro, identificada como Jorgeleia Schmoeler, natural de Mato Grosso, teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela foi condenada a 14 anos de reclusão por sua participação nos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, na Praça dos Três Poderes. Portanto, a Justiça a considera foragida.
Empresária foragida 8 de janeiro: outros condenados pela Justiça
Além de Jorgeleia, as prisões de Evandro Ericson Vieira de Medeiros e Márcio Castro Rodrigues também foram determinadas pelo STF. No entanto, a situação da empresária de Juara se destaca por seu histórico. Ela já havia sido alvo de mandado de prisão na 10ª fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada pela Polícia Federal em abril de 2023. As investigações se aprofundaram.
Nas imagens que circulam sobre os eventos de 8 de janeiro, Jorgeleia foi flagrada dentro do Congresso Nacional. Na ocasião, ela proferia ofensas a membros do Partido dos Trabalhadores (PT) e declarava estar “fazendo parte da história” com a depredação dos Três Poderes. “Gente, eu e a jaque tá fazendo parte dessa história. Tamo ajudando a invadir os Três Poderes. Tá cheio. Bomba, tiro. Lá embaixo. Mas o Brasil é nosso (sic)”, relatou.
Operação Lesa Pátria e o posicionamento da acusada
Quando foi alvo da Operação Lesa Pátria, o celular da empresária foi apreendido. As conversas em grupos de WhatsApp revelaram que ela não demonstrava arrependimento por ter participado dos atos antidemocráticos. “Bom diaaa… eu não encontrei ninguém até hoje que se arrependeu…foi momentos únicos, emocionantes, só quem viveu pra entender o que falamos”, afirmou Jorgeleia em troca de mensagens. A empresária, que mantém uma microempresa de semi-joias, agora figura como procurada pela Justiça.
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