O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), afirma que a CPI Feminicídio Mato Grosso naufragou por inexperiência e falta de habilidade política da deputada Edna Sampaio (PT). A avaliação dele aponta atrito entre a proposta e o Palácio Paiaguás, com Edna fechando acordo para criação de uma comissão especial, o que, segundo Russi, prejudicou a tramitação. A gestão política no tema ficou marcada pela falta de alinhamento entre os poderes.
O andamento da proposta mostrou o vaivém das assinaturas: 11, depois 13, e, na manhã desta quarta-feira (27), 6 deputados retiraram o apoio, restando 7, menos que o mínimo de 8. No entanto, a leitura é de que a comissão continua válida e pode ser instaurada se houver consenso. Em 2025, Mato Grosso já registra 37 feminicídios, marcando o estado como líder nesse crime pelo segundo ano consecutivo.
Mais detalhes podem ser conferidos nos links internos: Comissão Especial Feminicídio: MT Acorda Ações contra Violência e CPI do Feminicídio: 6 deputados recuam e comissão corre risco.
Objetivo: apurar a eficácia de mecanismos de combate à violência contra a mulher.
Avaliar orçamento destinado a esse fim.
Convicção dos signatários para sustentar o processo.
CPI Feminicídio Mato Grosso
Se houver adesão de novos apoiadores, o caminho para instaurar a comissão é viável, com a necessidade de evidências claras e de apoio institucional. A análise pública sugere que a atuação política pode retomar o tema com novas perspectivas, sempre com coesão entre os membros da Casa e foco em reduzir a violência contra mulheres.










