Taques: defendeu impeachment Dilma e alianças políticas

Taques discute alianças políticas e defendeu impeachment Dilma em debate regional
Taques em palanque apresenta alianças para o Senado, com foco em governabilidade.
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defendeu impeachment Dilma e a estratégia de Taques para o Senado

Como candidato ao Senado em uma aliança majoritariamente de esquerda, o ex-governador Pedro Taques (PSB) acredita que conseguirá ter o engajamento dos militantes do PT em seu projeto eleitoral. Além disso, ele já defendeu impeachment Dilma. Saiba mais no Portal 163.

Essa leitura de alianças revela uma prática comum na política regional: alinhar-se com diferentes blocos para ampliar o apoio sem abrir mão de princípios constitucionais. Taques sabe que o PT, historicamente crítico a gestões anteriores de Mato Grosso, pode exigir argumentos consistentes sobre governabilidade, responsabilidade fiscal e respeito às instituições. Para manter esse diálogo, ele reforça que o foco é defender a democracia e consolidar um projeto que produza resultados reais para a população, independentemente de eventuais sobreposições ideológicas. O caminho exige paciência, diálogo constante e a capacidade de ouvir a população, porque a governança começa com a confiança dos eleitores.

Entretanto, enfrenta resistência dos petistas, pois o histórico envolve a defesa de impeachment Dilma na época. Além disso, defendeu impeachment Dilma em 2016, o que reacende críticas.

  • Aliança majoritária de esquerda
  • Taques enfrenta resistência dos petistas
  • Palnque com Fávaro preserva pragmatismo constitucional

“Estamos em uma construção nacional. Sobre impeachment de Dilma, isso ficou para trás. O próprio vice-presidente Alckmin estava comigo”, declarou Taques, recordando que ele e o atual vice-presidente da República pertenciam ao PSDB na época do impeachment. Além disso, ele apontou que o exemplo nacional deve refletir no processo eleitoral em Mato Grosso, onde ex-adversários se uniram para defender a democracia.

REENCONTRO COM FÁVARO

Portanto, na eleição deste ano, Taques voltará a dividir palanque com Carlos Fávaro (PSD), que também foi homologado candidato ao Senado. Fávaro foi vice de Taques e renunciou no último ano do mandato após formalizar uma aliança com Mauro Mendes (União), que enfrentou o então governador em 2018.

Para Taques, essa situação faz parte do jogo democrático. Assim, quando você faz uma aliança política, não significa que você quer casar com ele. Não quero casar com Fávaro, nem ele comigo, nós vamos defender princípios constitucionais, assinalou.

Para acompanhar o desdobramento, leia mais no Portal 163 – Política Regional.

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