O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que não haverá ponto facultativo na sexta-feira (5), um dia após o feriado de Corpus Christi, celebrado nesta quinta-feira (4). Ao comentar o assunto, o gestor também fez um apelo para que os servidores municipais não apresentem atestados médicos para faltar ao trabalho.
Questionado sobre a possibilidade de “emendar” o feriado prolongado, Abilio disse que a administração seguirá com expediente normal, diante do fato de que a maior parte das atividades econômicas da cidade continuará funcionando.
“A pergunta é sempre a mesma. O servidor vai ter ponto facultativo na sexta e a resposta é sempre a mesma. O mercado vai estar aberto sexta-feira, o posto de combustível vai estar aberto sexta-feira, a farmácia vai estar aberta sexta-feira, a padaria vai estar aberta sexta-feira, o salão de beleza vai estar aberto sexta-feira”, declarou, em entrevista nesta terça-feira (2).
O prefeito afirmou que, da mesma forma que os trabalhadores da iniciativa privada continuarão em atividade, o serviço público também deve manter o funcionamento. “É natural que o serviço público estará funcionando na sexta-feira também”, disse.
Abilio também pediu a cooperação dos servidores públicos, para que evitem o aumento no número de atestados médicos após o feriado.
“Eu torço para que haja cooperação, que não haja um grande número de atestados apresentados de pessoas ficando doentes sexta-feira. Eu espero que a saúde de todo mundo esteja em boas condições sexta-feira porque nós somos servidores públicos e, como servidores públicos, temos que servir ao público”, afirmou.
Mais cedo, como o MídiaJur divulgou, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) destacou que o comércio pode funcionar normalmente também na quinta-feira, já que o feriado de Corpus Christi não é obrigatório. No entanto, os empresários que optarem por abrir os estabelecimentos deverão pagar as horas trabalhadas em dobro, além das comissões sobre as vendas realizadas no dia e demais obrigações previstas na convenção coletiva.
A autorização abrange empresas do comércio varejista e de serviços das duas cidades, incluindo segmentos como vestuário, calçados, óticas, materiais de construção e representantes comerciais.











