Ameaças a Cães em Várzea Grande: Investigador Policial é Acusado
Em uma situação que pode ser considerada inusitada, um investigador da Polícia Civil foi acusado de ameaçar matar um cachorro pitbull e intimidar um advogado, que seria o tutor do animal, durante uma discussão entre vizinhos em Várzea Grande, na segunda-feira (1º).
Segundo o boletim de ocorrência, a confusão teria iniciado dias antes, quando a esposa do advogado passeava com o cão da família e ele teria se envolvido em uma briga com outros dois cães que teriam fugido de uma residência da vizinhança.
Além disso, ela teria sido atingida por um tamanco arremessado pela moradora da casa de onde os animais fugiram. Conforme o relato, o cachorro dela reagiu ao ataque e mordeu um dos animais.
Ameaças e Intimidação
Dias depois, novamente passeando com o cachorro, o advogado afirma ter sido abordado por um homem que se identificou como policial civil. Segundo ele, o investigador exibiu um distintivo e passou a exigir explicações sobre o episódio envolvendo os animais. A situação foi registrada pela vítima.
Após a conversa, a vítima relata que o policial saiu do veículo e passou a fazer ameaças contra ele e contra o cachorro, afirmando que atiraria no animal caso ele voltasse a passar em frente à residência onde mora.
Além disso, o advogado acusa o investigador de agressão física e de utilizar a arma de fogo para intimidá-lo durante toda a discussão. Conforme o registro, o policial teria sacado e guardado a arma diversas vezes enquanto exigia explicações sobre o caso envolvendo os cães, portanto, o caso deverá ser apurado pela Corregedoria-Geral.
De acordo com a vítima, o policial também utilizou linguagem ofensiva e agressiva ao longo da discussão. “Ele me ameaçou de morte e disse que atiraria no meu cachorro se ele voltasse a passar em frente à sua residência”, relatou o advogado em uma entrevista exclusiva ao portal.
Em conclusão, o caso é uma demonstração clara do abuso de autoridade e da falta de respeito pelos direitos dos cidadãos. “É inaceitável que um policial civil faça ameaças e intimidações a uma pessoa inocente”, disse a vítima.
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É importante lembrar que o caso está sendo apurado pela Corregedoria-Geral e que o policial pode ser responsabilizado pelas suas ações.









