Advogado preso por atropelamento: uma história de violência

Advogado preso por atropelamento
Advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos preso por atropelar e matar a idosa Ilmis Dalmis Mendes da Conceição
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Em decisão firme, a juíza Henriqueta Fernanda Lima negou a soltura do advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos, preso por atropelar e matar a idosa Ilmis Dalmis Mendes da Conceição, de 71 anos, na avenida da FEB, em Várzea Grande, no dia 20 de janeiro deste ano.

No entanto, a juíza considerou que a prisão foi homologada corretamente e que existem provas robustas da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria.

Além disso, reforçou o histórico criminal do advogado, que acumula condenações por homicídio, indicando risco à ordem pública.

Advogado preso por atropelamento: uma história de violência

Paulo já foi condenado a 19 anos de prisão pela morte de sua amante, Rosimeire Maria da Silva, de 15 anos, que foi decapitada em Juscimeira em 2004.

Ele também foi condenado pela morte do delegado Eduardo Rocha, em 1998, quando Paulo era policial civil no Rio de Janeiro.

Portanto, a juíza não pode ignorar o histórico do advogado, que é sinônimo de violência e desrespeito à vida humana.

Em conclusão, a decisão da juíza é justa e merece ser respeitada.

Leia também: Advogado não é condenado por dolo no atropelamento de idosa em Várzea Grande

A ainda haverá definição se o caso será julgado como homicídio doloso ou culposo, questão que está em análise pelo Tribunal de Justiça (TJMT).

Por exemplo, a defesa do advogado pode tentar argumentar que foi um acidente, mas a realidade é que o resultado foi trágico e devastador.

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