Uma investigação da Polícia Civil em Mato Grosso apontou que a advogada Jackeline Santana da Silva Nascimento atuava como elo financeiro de um esquema de tráfico de drogas na região, envolvendo tráfico de drogas em Mato Grosso.
De acordo com a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), a advogada mantinha vínculo com os líderes do tráfico e atuava diretamente na engrenagem financeira da organização criminosa.
As investigações tiveram início em 2024, após uma apreensão que revelou a existência de uma rede organizada, com divisão de tarefas bem definida.
Atuação criminosa
Conforme apurado pela Denarc, a advogada exercia função estratégica dentro da organização, movimentando e ocultando valores obtidos com a venda de entorpecentes.
A utilização de contas de terceiros, transferências via PIX e outros mecanismos para dificultar o rastreamento do dinheiro ilícito configurou indícios de lavagem.
Além disso, a advogada também atuava como defensora de integrantes do próprio grupo em processos judiciais, reforçando o papel ativo na sustentação da estrutura criminosa.
Em uma ação anterior, foram apreendidos uma pistola calibre 9 milímetros, munições e mais de R$ 10,7 mil em dinheiro vivo, valor que tem origem no tráfico de drogas.
Declaratório do delegado
O delegado Marcelo Miranda Muniz afirmou que a decretação da prisão preventiva de uma profissional do Direito evidencia que a corrupção do sistema se infiltra por todas as camadas sociais.
Ninguém está acima da lei, reforçou o delegado, em referência à atuação da advogada no esquema de tráfico.
Conforme a operação Iter Mali, deflagrada em Cuiabá e Várzea Grande, foram cumpridas 28 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, buscas e bloqueios de contas bancárias.
O objetivo era desarticular um grupo envolvido com tráfico de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
A advogada Jackeline Santana da Silva Nascimento é considerada um dos principais alvos da investigação, que aponta sua atuação para além do exercício da advocacia.
Em outras palavras, a advogada não apenas exercia a advocacia, mas também atuava como elo financeiro do esquema de tráfico.
No entanto, é importante destacar que a advogada ainda não foi presa e a investigação está em andamento.
Por exemplo, as investigações indicam que a advogada utilizava contas de terceiros para movimentar e ocultar valores obtidos com a venda de entorpecentes.
Além disso, a advogada também atuava como defensora de integrantes do próprio grupo em processos judiciais, o que reforça o papel ativo na sustentação da estrutura criminosa.
Em conclusão, a investigação da Polícia Civil em Mato Grosso aponta para a existência de um esquema de tráfico de drogas envolvendo uma advogada, que atuava como elo financeiro da organização criminosa.
Para saber mais sobre o tráfico de drogas em Mato Grosso, acesse o nosso texto anterior: https://portal163.com.br/tr%C3%A1fico-de-drogas-em-mt/, Polícia prende advogada por integrar rede do tráfico de drogas em Cuiabá e VG e Operação Codinome Fantasma III em Mato Grosso: R$ 10 milhões bloqueados.










