TJ mantém prisão preventiva de estudante de Direito

Prisão preventiva de estudante de Direito
TJ mantém prisão preventiva de estudante de Direito envolvido em golpes eletrônicos
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Um caso recente do Tribunal de Justiça (TJ) chama a atenção por ter mantido a prisão preventiva de um estudante de Direito envolvido em golpes eletrônicos.

De acordo com a investigação, o casal suspeito se passava por agentes bancários para enganar vítimas e obter acesso a dados pessoais e contas financeiras.

Os suspeitos utilizavam contatos telefônicos e links fraudulentos para aplicar golpes, chegando a enviar mensagens a vítimas poucas horas antes da abordagem policial.

Investigação revelou esquema de fraudes eletrônicas em vários estados

A investigação revelou um esquema estruturado de fraudes eletrônicas com atuação em diversos estados, incluindo Mato Grosso, Paraná, Paraíba, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Portanto, a gravidade concreta das condutas e o risco de continuidade delitiva justificam a manutenção da prisão.

No entanto, o argumento de prejuízo à formação acadêmica não foi acolhido.

A condição de estagiária no Fórum da cidade também não foi considerada um fator favorável.

Conforme o acórdão, condições pessoais favoráveis não impedem a prisão preventiva quando presentes os requisitos legais.

Além disso, o uso de tecnologia facilitaria a continuidade das fraudes mesmo fora da prisão.

Segundo a relatora, o Ministério Público ofereceu denúncia 66 dias após a prisão, e o processo seguiu regularmente.

Em conclusão, a decisão foi unânime e manteve a investigada presa.

O prejuízo identificado até o momento é de R$ 73.800, referente a sete crimes de estelionato, sendo seis consumados e um tentado.

Por exemplo, o uso de links fraudulentos foi um dos métodos utilizados pelos suspeitos.

A decisão foi disponibilizada na quarta-feira (19).

Segundo a investigação, o casal se passava por agentes bancários para enganar vítimas e obter acesso a dados pessoais e contas financeiras.

Os suspeitos utilizavam contatos telefônicos e links fraudulentos para aplicar golpes, chegando a enviar mensagens a vítimas poucas horas antes da abordagem policial.

Os magistrados também consideraram inadequadas medidas cautelares alternativas, especialmente por se tratar de crimes praticados no ambiente virtual.

Conforme o acórdão, condições pessoais favoráveis não impedem a prisão preventiva quando presentes os requisitos legais.

Para saber mais sobre casos semelhantes, leia nossa reportagem sobre fraudes eletrônicas no Mato Grosso.

Compartilhe :

Veja mais