Doze anos depois de ser expulso da Polícia Militar, o ex-soldado Wendell de Paula Metran entrou na Justiça para tentar anular a punição e voltar à corporação.
Após ser expulso, Wendell agora tenta anular a punição e voltar à PM.
No entanto, a Justiça Militar pode não permitir a volta de Wendell.
A intimação é assinada pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, publicada nesta quinta-feira (5).
O pedido agora está sob análise da 11ª Vara Criminal de Cuiabá, especializada em Justiça Militar.
Além disso, o juiz determinou que Wendell se manifeste sobre a possibilidade de o caso estar prescrito.
Ex-policial tenta voltar à PM após expulsão por fraude em abastecimento de viaturas
Na ação, Wendell afirma que o processo administrativo que resultou na expulsão não respeitou o direito de defesa e pede a anulação do ato, além da reintegração ao cargo e recuperação de vantagens e tempo de serviço.
No entanto, a Justiça Militar pode não permitir a volta de Wendell.
O caso que levou à expulsão envolve suspeita de fraude no abastecimento de viaturas oficiais.
De acordo com o processo, um investigador da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e contra a Administração Pública (Defaz) fazia vigilância no Posto Amazônia, em Cuiabá, quando viu Wendell chegar ao local dirigindo uma viatura e ser atendido por um frentista.
Ex-policial tenta voltar à PM após expulsão por fraude em abastecimento de viaturas
Além disso, o frentista teria confessado que outras fraudes semelhantes foram feitas no posto a pedido do então soldado.
Por exemplo, o frentista teria vendido gasolina para Wendell, mas apenas colocou etanol no tanque da viatura.
Agora, Wendell tem 10 dias para se manifestar nos autos, antes que a Justiça decida se o pedido de anulação da expulsão pode ou não continuar tramitando.
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No entanto, a decisão final depende da manifestação de Wendell.









