Em uma decisão histórica, o Tribunal do Júri da Comarca de Pedra Preta, localizada a 242 km da capital mato-grossense Cuiabá, condenou quatro integrantes de uma organização criminosa a um total de 111 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato do policial militar Djalma Aparecido da Silva.
Nessa terça-feira (27), o Conselho de Sentença acolheu praticamente todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), reconhecendo que o crime foi motivado por torpeza extrema e gerou perigo comum.
Para o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso, a condenação desses quatro réus demonstra que o Estado não recua diante da criminalidade organizada.
Justiça em Mato Grosso
A promotora de Justiça Nathália Moreno Pereira destacou que o crime foi cometido por motivo torpe, praticado como represália contra um agente público que combatia o crime e exercia sua função com firmeza.
Ao reconhecer a prática do crime de organização criminosa armada, o Júri também reafirmou que não há espaço para intimidação, violência e afronta ao trabalho das forças de segurança.
De acordo com a denúncia apresentada pelo MPMT, os condenados integravam uma facção criminosa e vinham monitorando a rotina do policial militar Djalma Aparecido da Silva desde novembro de 2023.
No dia 22 de janeiro de 2024, por volta das 17h38, os criminosos surpreenderam a vítima em frente ao Centro de Eventos Alexandrina, em Pedra Preta, momento em que efetuaram diversos disparos de arma de fogo de calibre restrito, causando sua morte imediata.
Segundo a promotora de Justiça Nathália Moreno Pereira, a atuação do Ministério Público de Mato Grosso foi fundamental para a condenação dos réus.
Além disso, a promotora destacou que a decisão do Júri reafirma a importância da luta contra a criminalidade organizada em Mato Grosso.
Como resultado da investigação realizada pelo Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri), os condenados foram condenados a penas variando entre 21 e 33 anos, todas em regime inicial fechado.
Para o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso, a condenação desses quatro réus é um exemplo de como a Justiça pode funcionar de forma efetiva.
Leia mais sobre a condenação dos réus em nosso artigo: “Condenação em Mato Grosso: Justiça é feita para os criminosos”
No entanto, a promotora de Justiça Nathália Moreno Pereira destacou que a luta contra a criminalidade organizada em Mato Grosso é contínua e que o Estado deve continuar a trabalhar para prevenir e combater esses crimes.
Além disso, a promotora reforçou que a condenação dos réus é um exemplo de como a Justiça pode funcionar de forma efetiva.
Por fim, a promotora de Justiça Nathália Moreno Pereira destacou que a condenação dos réus é um exemplo de como a Justiça pode funcionar de forma efetiva e que o Estado deve continuar a trabalhar para prevenir e combater esses crimes.
A condenação dos réus é um passo importante na luta contra a criminalidade organizada em Mato Grosso e demonstra que a Justiça pode funcionar de forma efetiva.
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