Operação contra facções criminosas em MT: R$ 10 milhões bloqueados e prisões cumpridas “` ## Criar meta_description validada. “`

Operação Integrate bloqueia R$ 10 milhões e cumpre prisões em MT
R$ 10 milhões bloqueados e prisões cumpridas em operação contra facções
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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (20.1), a Operação Integrate para cumprimento de 35 ordens judiciais com foco na desarticulação de  uma facção criminosa envolvida com a criação de empresas de fachada com o fim de fomentar o tráfico de drogas, lavagem de capitais com movimentações milionárias e outros crimes conexos.

São cumpridos na operação, seis mandados de prisão preventiva, nove de busca e apreensão, 20 sequestros de bens e contas bancárias no valor de R$ 10 milhões, movimentados de forma incompatível com a renda declarada dos investigados. 

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias da Capital com base em investigações da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) e  Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá. Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. 

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Desarticulação do grupo criminoso

As investigações iniciaram  com o desdobramento de um inquérito policial da Derf Cuiabá, após uma tentativa de roubo a uma propriedade rural em dezembro de 2022, que identificou a atuação de envolvidos no tráfico de drogas, sendo as informações encaminhadas para a Denarc.

Com o avanço das investigações, a equipe da Denarc levantou novas informações que revelaram uma estrutura criminosa articulada, com vínculos com uma facção criminosa e evidências de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e interpostas pessoas, utilização de nome falso para abertura de empresas e transferências para terceiros. 

Diante dos elementos, o delegado responsável pelas investigações, André Rigonato, representou pela com autorização para bloqueio de valores/bens dos envolvidos com limite de R$ 10 milhões de reais do grupo criminoso, além da prisão preventiva dos envolvidos.

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