A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoas (DHPP) está investigando se as duas ossadas humanas localizadas em uma região de mata, no bairro Pirineu, em Várzea Grande, pertencem a algum dos maranhenses desaparecidos desde janeiro. Nas covas rasas, os agentes encontraram vestimentas que foram encaminhadas a familiares das vítimas, para possível identificação. Análises de DNA também estão sendo realizadas.
As vítimas desaparecidas foram identificadas como Diego de Sales Santos, de 22 anos; Wallison da Silva Mendes, de 21 anos; Wermison dos Santos Silva, de 21 anos; Mefibozete Pereira da Solidade, de 25 anos; e Walyson da Silva Mendes, de 25 anos.
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No detalhe, os maranhenses desaparecidos desde o mês de janeiro. Ao fundo, o local onde as duas ossadas humanas foram localizadas, em Várzea Grande
Na tarde desta quinta-feira (13), o delegado responsável pelo caso, Caio Alexandre, da DHPP, afirmou que o envio das roupas à família é uma forma de verificar um indicativos que podem auxiliar na identificação das vítimas. O delegado destacou ainda que, mesmo que algum familiar associe algum pertence a uma determinada vítima, só será considerada a identificação oficial feita pelo Instituto Médico Legal (IML). “Vai demorar um tempo, por óbvio, mínimo, diante da urgência, mas por ora a gente aguarda essa identificação”, afirmou.
Desaparecimento
Conforme publicado pelo #rdnews, a declaração de desaparecimentos dos maranhenses ocorreu no dia 10 de janeiro. De acordo com as investigações da Polícia Civil, as vítimas estavam em Várzea Grande a trabalho e não foram mais vistas no alojamento da empresa.
O desaparecimento foi declarado pelo proprietário da empresa, que foi até o alojamento e não encontrou os trabalhadores, mas relatou que achou que eles voltariam posteriormente, mas seguiu sem notícias. O empregador disse à polícia que tentou contato com as vítimas, mas as ligações ficavam mudas e as mensagens pelo WhatsApp não eram recebidas.
A suspeita da DHPP é de que o grupo tenha sido levado por uma facção criminosa e foram vítimas do chamado “Tribunal do Crime”. COVAS RASAS DHPP apura se ossadas achadas em VG são de maranhenses desaparecidos PJC apura se ossadas achadas em VG são de maranhenses desaparecidos Cinco maranhenses que vieram para Mato Grosso a trabalho sumiram em janeiro deste ano










